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dezembro 2016

melhoresepioresadaptacoesdeanime
 
Enquanto estou relendo alguns dos meus livros e tentando terminar Refresh Man, decidi dar as caras por aqui, trazendo mais uma listinha que tanto gosto de fazer. Dessa vez o tema é Melhores e piores adaptações de Animes/Mangás, na verdade não queria por o Mangá no título, porque se é de anime geralmente é de mangá também, mas por causa de Liar Game que é apenas mangá, tive que coloca-lo. Enfim, agora vocês iram conhecer o meu melhor e pior lado, porque na lista irá ter produções que adoro, como também as que eu queria voltar no tempo e impedir a sua criação.

 

Essa foi uma das primeiras adaptações de animes que assisti, Gantz (2010), pode não ter sido fiel a historia original, mas mesmo assim possui um enredo envolvente e efeitos especiais convincentes. O elenco também foi bem selecionado, certo, posso estar sendo um pouco duvidosa ao falar sobre o elenco, haja visto que sou fã de Ninomiya, Kenichi Matsuyama e Nishi, mas creio que isso não influenciou muito, pois a atuação estava realmente boa. Além disso, o filme conseguiu prender a minha atenção do começo ao fim, ao ponto de quando terminei fui direto para a continuação.
Sinopse: Kei Kurono era um estudante de colegial até encontrar o amigo de infância Katou Masaru, que na tentativa de salvar um mendigo que caiu nos trilhos do metrô de Tóquio os dois são mortos. Em vez de se depararem com o céu ou o inferno, ambos se encontram em uma pequena sala, rodeados por pessoas desconhecidas e com uma estranha esfera negra que disponibiliza armas, uniformes e uma missão em comum: exterminar aliens. A cada missão cumprida os sobreviventes recebem uma pontuação se eles atingirem 100 pontos podem escolher algumas opções entre elas a de voltar a vida.
 
Saindo de uma boa adaptação, vamos para uma que me fez morder a língua, Meus amigos estavam falando que Attack on Titans seria um droga, acabei por defender a produção, por achar que ela seria boa, mas ai veio o lançamento e adivinha quem se ferrou? Não consigo acreditar em como alguém tem a faca e o queijo na mão e decide desperdiçar a  oportunidade. Não ligo se no original só tinha uma japonesa e no filme todos são japoneses, o que me matou mesmo, foi eles terem mudado a historia para pior, perdeu toda a adrenalina que sentíamos ao assistir o anime, fora que a historia ficou fraca e mau construída. Vou nem falar da atuação, e olha que Haruma Miura e Nishi estavam no elenco, mas como dizem, nem um bom ator salva um mau roteiro.
Sinopse: Há várias décadas atrás, a humanidade foi quase exterminada pelo súbito aparecimento de seres humanoides, conhecido como Titãs. Criaturas de tamanho enorme e de inteligência aparentemente baixa, que comiam humanos por prazer. No entanto, um pequeno grupo de seres humanos sobreviveu no interior de uma cidade protegida por paredes superiores a três vezes a altura dos maiores Titãs registados até à data. Durante 107 anos, a cidade fortificada foi testemunha de ataques dos Titãs sem sucesso, até que um dia, o jovem Eren Jaeger e sua irmã adotiva, Mikasa Ackerman, foram testemunhas da aparição de um Titã colossal, fazendo uma abertura em uma das paredes exteriores da cidade, o que permitiu a entrada de um grande grupo de Titãs menores. Ambos os filhos presenciam o horror de ver sua mãe sendo comida viva por um deles. Desde aquele dia, Eren jurou vingança contra cada um dos Titãs.
 
Agora mais uma adaptação que estar guardada bem no meu coração. Hana Yori Dango foi meu “primeiro” Dorama e até hoje tenho um enorme carinho por ele. A história mesmo que um pouco mudada, ainda conseguiu manter a essência da original, além de ter me conquistado ainda mais. Os personagens eram cativantes e o roteiro viciante, fora que tinha boas cenas de comédia e romance. Também não posso negar que o final desse Drama foi de longe melhor que o do original.
Sinopse: Makino Tsukushi, personagem principal, é uma garota de uma família pobre que, apesar das dificuldades financeiras, conseguiu ser admitida em uma escola de pessoas extremamente ricas. Para que ela possa estudar, sua família passa, com orgulho, por muitas privações, na esperança de que a filha consiga conquistar um herdeiro milionário. Nessa escola, Eitoku Gakuen, os alunos esbanjam suas vantagens financeiras, porém, os que mais se destacam é um famoso grupo de quatro rapazes chamado de Flower Four, os F4 (flores no sentido de preciosos), que são os herdeiros das mais poderosas famílias do Japão. Pelo poder financeiro dos seus nomes, eles ditam as regras na escola, passando por cima até mesmo dos professores e diretores.
 
Também foi baseado em Hana Yori Dango, mas que conseguiu um resultado bem diferente da versão japonesa, essa versão chinesa, Meteor Shower, estar na minha lista negra. Um roteiro sem sentido e uma personagem principal chata e irritante, nossa nunca tive tanta raiva de uma mocinha, como tive dela. Fora que não tinha nada demais no roteiro e olha que resistir até o capitulo 10.
Sinopse: Chu Yu Xun é uma estudante esperta e batalhadora. Seu maior sonho é entrar na prestigiosa universidade Alistun. Com a ajuda do seu tio ela finalmente é aceita. Murong Yun Hai, Duanmu Lei, Shangguan Rui Qian, e Ye Shuo são os 4 estudantes mais ricos da Alistun. Com suas aparências deslumbrantes, eles são os idolos das garotas de lá. Porém, eles estão insatisfeitos com as vidas que os pais os forçarão a terem. A fim de conseguirem com que o diretor os expulse de Alistun, eles pregam uma série de brincadeiras de mal gosto. Enquanto lutando por justiça das vitimas das brincadeiras, Yu Xun se torna o alvo dos 4 garotos. Através das lutas e discussões, eles começam a admirar cada um deles e eventualmente se tornam amigos. Ao mesmo tempo os 4 vão crescendo com relação ao amor e responsabilidades de um homem. Através das múltiplos esforços e apuros, Yu Xun, Yun Hai, Duanmu, Ye Shuo, e Shuangguan amadurecem. Eles aprendem a controlar suas próprias vidas, escolher os seus futuros e batalhar pelos seus sonhos.
Essa adaptação coreana do mangá Liar Game, conseguiu usar da melhor forma os elementos atraentes da historia
original. Deu uma certa modernidade ao roteiro e soube fazer mudanças inteligentes, trocou alguns personagens e mudou alguns acontecimento, sem perder o conteúdo. O desenvolvimento da historia foi bem elaborado, ao ponto de nos deixar ansiosos para o próximo capitulo, sem falar que os personagens foram bem construídos e acreditem ou não, amei o vilão.
Sinopse: Quando uma grande quantidade de dinheiro está em jogo, até que nível as pessoas vão se rebaixar para ganhá-lo? Devido à várias circunstâncias, Nam Da Jung (Kim So Eun), uma estudante ingênua e honesta, e Cha Wo Jin (Lee Sang Yoon), um ex-professor de psicologia da Universidade Nacional de Seul, um gênio porém vigarista, vão participar do reality show “Liar Game” (Jogo da Mentira) , rotulado como um jogo de sobrevivência psicológica. Nesse jogo, espera-se que os participantes mintam, trapaceiem e usem todos os métodos possíveis para saírem vitoriosos e ganharem o cobiçado prêmio final de 10 bilhões de wons (aproximadamente 10 milhões de dólares). Apresentado pelo diabólico Kang Do Young (Shin Sung Rok), auxiliado pela sua fiel diretora do programa Lee Yoon Joo (Cha Soo Yeon), o reality show instiga os seus participantes à beira e além dos limites da moralidade. Quem conseguirá sair vitorioso?
 
Se a coreana conquistou belos elogios a japonesa conseguiu o oposto. Quando assisti a versão coreana, estava tão vidrada na historia que queria ver o que iria acontecer, por isso parti para acompanhar a versão japonesa que já tinha terminado de lançar, enfim, se fosse resumir em uma palavra seria…Tosca, havia cenas repetitivas e a atuação estava extremamente exagerada, o roteiro tinha tudo para dar certo, mas…
Sinopse: Nao Kanzaki era uma estudante colegial extremamente honesta, que um dia recebeu 100 milhões que Yens e uma carta dizendo que ela fora escolhida para participar do “Liar Game”. Este é um jogo cujo objetivo seria enganar os outros jogadores para roubar os 100 milhões de Yens deles. No final, o vencedor ficaria os com 100 milhões e o perdedor teria 100 milhões em dívidas com a organização do jogo. No dia seguinte, Kazanki recebe informações de que seu oponente era um antigo professor, Kazuo Fujisawa. Ela procura-o para lhe pedir ajuda, mas ele acaba enganando-a e pegando todo seu dinheiro. Desesperada, ela recorre à policia, porém sem obter sucesso. É então que ela consegue ajuda de Shinichi Akiyama, um vigarista que acabara de sair da prisão.
 
Foi a mais recente que assisti e é um filme baseado no anime e mangá de mesmo nome. Os efeitos especias estavam impecáveis e embora não tenha visto o anime, ouvi falar que estava bem fiel. Parasyte, conseguiu me deixar vidrada com a história, além de ter uma forte crítica a nossa sociedade. O enredo foi bem construído, embora para ser sincera, teve algumas coisinhas que não gostei. Enfim, se você é fã do anime, vale a pena conferir.
Sinopse: Com 17 anos, Izumi Shinichi é um estudante que mora com seus pais em uma vizinhança pacata de Tóquio. Certa noite, alienígenas no formato de vermes invadem a Terra e começam a tomar controle do cérebro de hospedeiros humanos ao entrar por suas orelhas ou nariz. Um desses parasitas tenta se arrastar para dentro do cérebro de Shinichi enquanto ele dormia, contudo acaba sendo pego e no fim consegue tomar posse apenas de sua mão direita. Graças a isso, tanto Shinichi quanto o parasita (que futuramente receberia o nome de Migi) permanecem cada qual com sua própria consciência, ao contrário do que ocorre com quem tem o cérebro invadido. Apesar do susto inicial, conforme os dias passam Shinichi vai aos poucos criando certo grau de confiança com Migi, ao mesmo tempo em que encontra outros parasitas contrários a essa relação e que tentarão matá-lo
 
Por ultimo e não menos ruim, temos Mirai Nikki. Embora o anime tenha sido bem criticado por ai, eu gostei e até faltei aula para assistir (Não faltem aula, viu amiguinhos?), logo assim que soube que iria ter um o live action com Okada Masaki, resolvi conferir assim que lançasse. Como dar para perceber o resultado não me agradou muito, além de terem avacalhado com a história, o sangue parecia ketchup, isso mesmo, ketchup!
Sinopse: Arata Hoshino é um estudante universitário preguiçoso que não acredita em trabalhar para o seu futuro, ou colocar esforço para isso. Hoshino Arata, então, recebe um programa, “Future Diary” em seu novo telefone móvel que prevê tudo o que vai acontecer. Conheça Furusaki Yuno, uma garota com um passado obscuro, que é apaixonada por ele e estar disposto a fazer qualquer coisa para ajudar. Ambos estão envolvidos em um jogo de sobrevivência onde só pode haver um vencedor, e os dois começam a lutar Deus e seu programa, “Future Diary”.

Obs: As sinopses foram retiradas do Ohayo Dramas, Wikipédia e Dopeka.

Espero que tenham gostado. Qual adaptação vocês gostaram e odiaram?
Não falei sobre Dragon Ball Evolution, porque quero acreditar que esse filme nunca existiu. (rsrs)
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Resenha: O Lar das Crianças Peculiares

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Desde que soube do seu lançamento, fiquei esperando ansiosamente por setembro, afinal era um filme do meu diretor favorito, Tim Burton, além de que, não posso negar que sou fã do Asa Butterfield desde que o vi no O menino do pijama listrado. Então fiquei bastante curiosa para saber como seria essa parceria e posso dizer que gostei bastante dessa produção.

Nome: O Lar das Crianças Peculiares
Diretor: Tim Burton
País: EUA, Bélgica, Reino Unido
Ano: 2016
Duração: 2h03min
Gênero: Fantasia e Aventura.
Nota: 9,0
Sinopse: Após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que “ela contará tudo”. Só que, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais. Retirada do Adorocinema.

 
 
 
 
 
Quem é fã de Tim Burton sabe que O Lar das Crianças Peculiares tem suas principais características como Diretor, o ar sombrio, a fantasia e uma historia um tanto “peculiar”. O filme possui um começo intrigante, principalmente se você não leu o livro como eu,  além disso a historia flui da maneira certa. Para quem me conhece, sabe o quanto gosto de tudo de época e adivinhem? O Orfanato se encontra em uma fenda temporal dos anos 30 e toda aquele ar do passado, como figurino e cenário, me conquistaram.
 
Um detalhe que achei interessante era que quando Jake estava em 2016 com sua vida atual, o cenário era cinza e um tanto quanto melancólico, mas a partir do momento em que vai ao Orfanato, o verde toma conta do cenário, como se aquele lugar fosse melhor para o personagem. Além disso, gostei também dos efeitos especiais e da atuação do elenco. Porém, sempre existe algo que não gostamos em um filme e nesse caso, foi eles terem forçado a barra com um romance desnecessário, não havia motivo algum para ser ter um casal, acho que se fosse fazer algo no estilo, deveria ter trabalhado melhor essa parte e assim não teria ficado sem sentido como ficou.
 
Para Jake, seu avô era um verdadeiro herói, a noite lhe contava histórias incríveis sobre monstros e um orfanato cheio de crianças especiais. Durante muito tempo, ele acreditou nessas historias, mas devido as pessoas em seu redor, ele acabou por desacreditar. Agora mais velho, é um adolescente comum e com poucos amigos, enquanto ia visitar o seu avô, acabou por encontra-lo caído no chão sem os olhos. Prestes a morrer, pede ao neto que vá até a Senhorita Peregrine das suas histórias, pois ela lhe irá contar tudo. Depois do acontecimento Jake vai para uma psicologa que lhe aconselha a embarcar nessa viagem, logo viaja junto ao seu pai para o País de Gales e lá descobre que o orfanato está em ruínas. Enquanto caminha em meio aos destroços, as crianças das historias de seu avô aparecem e lhe guiam para o verdadeiro Orfanato.
Identifiquei-me com Jake, principalmente na sua maneira de tentar puxar assunto, pois convenhamos que também sou um desastres nisso. Os seus pais eram desleixados, logo sua única fonte de carinho era o avô, que era uma verdadeira inspiração para o garoto. Ele era introvertido e deu para ver como sua personalidade mudou ao chegar no Orfanato, pois as pessoas (nem todas) lhe tratavam bem e vamos concordar que é impossível você ser excluído em um lugar cheio de gente diferente.  No começo, não sabia que também fazia parte do grupo peculiar e para não soltar nenhum spoiler, não irei contar sua peculiaridade. Por enquanto, tenho um sentimento indefinido sobre o personagem e espero que a continuação resolva essa indecisão.
 

Senhorita Peregrine, foi uma personagem bem excêntrica, sempre estava com um relógio na mão e tornando tudo pontual. Sua peculiaridade era se transformar em um pássaro, além de conseguir criar fendas temporais. Por conta do seu poder, ela e as outras da mesma especies são perseguidas por outros Peculiares que procuram a imortalidade.

Emma Bloom era apaixonada pelo avô de Jake no passado, mas ele resolveu seguir sua vida, enquanto ela não pôde envelhecer por conta da fenda. Sua peculiaridade é ser mais leve que o ar, por isso precisa calçar sapatos de chumbo, além disso ela pode manipular o ar e criar bolhas na água. Essa personagem foi a que mais teve características do Tim Burton, como os olhos grandes e as olheiras,  lembrando bem, suas outras produções. Quando conhece Jake, ela começa a gostar dele, o problema é que não sabemos se ela realmente gosta dele ou estar com ele por ser neto de quem  já amou.

As crianças do orfanatos possuíam peculiaridades distintas, mas acredito que não foram bem aproveitadas na história, ao ponto de não temos conhecido mais a respeito delas, além é claro de seus poderes. Vou tentar falar de cada um. Enoch O’Connor consegue trazer mortos ou objetos a vida, colocando um coração neles, no começo ele não gostava do Jake, por isso queria que ele fosse embora. Olive é a melhor amiga de Enoch O’Connor e ela tem que usar luvas, pois tudo que toca pega fogo. Millard Nullings é um garoto invisível. Bronwyn Bruntley uma garota fofa e que também é muito forte. Fiona, pode controlar plantas e fazer-las crescerem. Hugh um garoto com abelhas no estomago. Claire uma garotinha que tem uma boca extra detrás da cabeça. Horace é um jovem elegante que adora roupas, ele pode projetar os seus sonhos, que muitas vezes, são profecias. Por ultimo e não menos importante, dois gêmeos que andam mascarados (Depois vocês iram descobrir a peculiaridade deles) .

 
Os vilões da historia são os Wights e Hollows, peculiares que queria a imortalidade, mas que acabaram se tornando monstros e para voltarem a sua forma humana devem comer olhos de outros peculiares, principalmente crianças. O líder deles é Mr Barron, um cientista, que inventou o experimento que fracassou, não querendo dar o braço a torcer, quer tentar novamente e para isso sequestra as donas dos orfanatos.
 
Conclusão
 

Se você é fã de Tim Burton, não pode deixar de conferir essa produção, por mais que seja uma adaptação, ainda sim, tem todos os toques dele. A historia em si é interessante e me senti envolvida nela, no entanto, seria legal se os personagens secundário fossem melhor aproveitados. Além disso, os efeitos especiais foram bem feitos e os Hollows eram de dar medo, além de  poder sentir toda a fantasia do roteiro. E como havia dito antes, achei desnecessário o romance ou então que fosse melhor desenvolvido, pois ficou meio sem sentido na trama. Por fim, é um bom filme para assistir na hora vaga, fiquei até curiosa para ler o livro.

 
Onde ver
 
 
 
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in Filmes

Resenha: Cart

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 Assisti esse filme Domingo, mas só hoje que pude trazer a Resenha, mesmo assim ele ainda estar bem fresquinho na minha cabeça. Nunca tinha visto nenhum filme que falasse sobre Greve e Cart soube mostrar bem como é uma, sem que o enredo ficasse chato, pelo contrário ele conseguiu prender atenção até o final. Se fosse resumi-lo em uma só frase seria, “Um filme cheio de mulheres fortes que estão lutando pelos seus direitos”.

Nome: Cart ou Ka-teu
País: Coreia do Sul
Ano: 2014
Duração: 110 min
Gênero: Drama, Família e Baseado em fatos reais.
Nota: 9,8
Sinopse: Sun-Hee (Yum Jung-Ah) é uma mãe de dois filhos. Ela já trabalhou como uma contratada pra uma grande loja de desconto nos últimos 5 anos. Sun-Hee foi prometida várias vezes que ela seria promovida a um funcionário regular em tempo integral. Hye-Mi (Moon Jeong-Hee) é uma mãe solteira e trabalha com Sun-Hee como um trabalhador de contrato. Soon-Rye (Kim Young-Ae) trabalha como faxineira na mesma loja de desconto e também é uma trabalhadora de contrato. Um dia, os trabalhadores contratados ficam sabendo que eles serão demitidos. O pânico toma conta dos trabalhadores, mas Hye-Mi e Soon-Rye sugerem que eles formem uma união para lutar por seus direitos. Sun-Hee é nomeado com Hye-Mi e Soon-Rye para representar os trabalhadores contratados. A luta entre os trabalhadores contratados e gestão ocorre. Retirada do Subarashiis.

 

O foco principal de Cart é um foto real que aconteceu na Coreia do Sul em 2007, quando Caixas de um supermercado foram demitidas sem motivo algum e por conta disso fizeram greve. Gostei como o roteiro conseguiu desenvolver a historia mostrando de uma forma envolvente os conflitos das empregadas contra os patrões. Além disso, as personagens eram fortes e por mais que passassem dificuldades não desistiam dos seus direitos.
As injustiças que os empregados tem que aguentar, também foram abordadas na trama, fora que houve uma parte que mostrou como a mídia foi manipulada para favorecer a empresa. Entretanto, não pense que esse filme só irá ter Drama, pois o roteiro conseguiu de forma inteligente colocar algumas cenas de humor, afinal as personagens conseguiam ri mesmo estando em uma situação desfavorável. Se fosse colocar um defeito seria o final, embora tenha me deixado toda arrepiada, ainda assim deixou a desejar, esperava mais do que um final em aberto, certo que sabemos que tudo deu certo no fim, mas queria ver isso no filme.
Sun Hee  trabalha como funcionaria contratada por 5 anos, assim que consegue uma promoção para se tornar uma funcionaria efetiva, a empresa para cortar custos, resolve despedir as funcionarias contratadas, inclusive ela. Não querendo ficar de braços cruzados, suas duas colegas de trabalho,  Hye-Mi e Soon-Rye, resolvem reunir as funcionarias que serão despedidas e criam uma especie de sindicato para tentar dialogar com o dono, no entanto não conseguem nenhum retorno. Sem outra saída, elas começam vários movimentos para conseguirem os seus empregos de volta.

 

 
Sun Hee é uma personagem calma e meiga, difícil acreditar que conseguiu reunir força para participar do movimento de frente. Ela é mãe de um adolescente chamado, Tae Young que no começo não conseguia entender o que sua mãe estava fazendo, além dele, ela tem uma menina que passa mais tempo vendo TV do que fazendo outra coisa. Sun Hee era um pouco na dela, mas mesmo assim era leal aos amigos e gostei como ela conseguiu mudar um pouco ao decorrer da trama.

Hye Mi é mãe solteira e levava seu filho pequeno junto nas manifestações e vou te dizer, o filho dela era uma verdadeira gracinha. Decidida, dificilmente fraquejou na trama, só existia uma coisa que era seu tendão de aquiles, seu filho e ela poderia fazer qualquer coisa por ele.  Foi uma das personagens que mais gostei na historia, pois estava lá para lutar por ela e suas amigas

 

Soon Rye embora tivesse uma idade avançada era a mais valente da historia. Essa senhora deu um verdadeiro show, consegui sentir toda a emoção dessa personagem, acho que vai ser difícil esquecer uma cena em que a policia aparece e ela com todas as forças não queria se deixar levar ao ponto de passar mal. E mesmo depois desse incidente ela continuou firme na batalha.

Dong Joon era um funcionário efetivo e ele se preocupava com Soon Hye como se fosse um neto, entende? Achei bonito da parte dele, além disso, pode-se dizer que ele era contra a atitude da empresa desde o começo e quando alguns funcionários efetivos tiveram cortes no salario. Ele e os demais resolveram se unir ao movimento das Caixas e isso acarretou mais barulho a Greve. Depois de ter visto o ator sendo vilão em Goodby, mr Black, foi até difícil desassociar o personagem dele, mas acreditam que o filme conseguiu esse feito? Na historia, ele aparentava ser um funcionário honesto e amigável.

Companheirismo 
 
No filme vemos muito companheirismo, pois as personagens estavam unidas pelo mesmo ideal. Cada uma tinha uma historia e motivo para estar ali e elas se mostravam dispostas a se ouvirem. Além disso, como havia dito, mesmo estando em uma situação nada favorável, ainda conseguiam arrumar motivos para rirem entre si.
Conclusão
 
Esse é um filme que entrou na lista de favoritos,  sabe não tem para onde correr, você precisa assistir. O roteiro é envolvente e os personagens bem construídos, além de consegui trabalhar bem com um tema bem incomum. Ele conseguiu me envolver de uma forma que em algumas partes estava toda arrepiada.
Onde ver
 
Subarashii (Download)

Infelizmente não consegui achar imagens ou vídeos para fazer gifs e deixar o post mais bonito. Espero que mesmo assim vocês tenham gostado.

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in Dorama

Resenha: My Wife’s having an affair Week

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Terminei esse Drama recentemente e estranho o fato dele ter sido tão pouco comentado entre os Dorameiros, pois a historia é sim muito boa e embora eu tenha começa apenas porque tem a Song Ji Hyo no elenco, a temática é interessante, já que não foca no começo de um relacionamento e sim no possível rompimento…

Nome: My Wife’s having an affair Week
País: Coreia do Sul
Ano: 2016
Numero de episódios: 12
Gênero: Comédia, Drama e Romance.
Nota: 8,5
Sinopse: Do Hyun Woo (Lee Sun Kyun) é um produtor de TV há mais de 10 anos e acredita ser imensamente sortudo por ter uma carreira de sucesso e um casamento feliz. Um dia, ele encontra uma reserva de hotel no celular da esposa dele, o que o leva a acreditar que a sua amada (Song Ji Hyo) está prestes a ter um caso. Por não saber como resolver esse problema, ele quer um conselho, mas não quer comprometer a vida privada dele. Então ao invés falar abertamente sobre o seu problema com alguém, Do Hyun Woo decide se juntar a um fórum, o “Parceiros Anônimos Traídos”. Lá ele conversa com diversos membros que vivenciaram a traição de uma pessoa amada, enquanto tenta curar sua própria insegurança. Para aumentar a tensão, o amigo de faculdade do Do Hyun Woo (Lee Sang Yeob de Master: God of Noodles) e o amigo advogado dele (Kim Hee Won de Gu Family Book), juntamente com a escritora workaholic sem papas na língua, Kwon Bo Young (BoA) complicam mais ainda a cabeça do Do Hyun Woo. O nosso Sherlock será capaz de resolver o mistério da suposta infidelidade ou conspirar com outros que foram traídos só irá intensificar a paranoia dele? Retirada de Dramafever

 

O tema principal de My Wide’s having an affair Week é a traição e como isso afeta uma família. Sabe o Drama não quis apenas julgar a personagem feminina, mas mostrar o que levou a ela a cometer adultério. Em nenhum momento fiquei com raiva dela e do seu marido, para mim, os dois foram apenas vítimas do comodismos da vida de casados e depois de tal acontecimento meio que eles abriram os olhos para perceber que algo estar errado.

Outro ponto muito interessante, foi como o roteiro mostrou a influência das redes sociais nas nossas vidas. Logo ao colocar seu problema no fórum anonimamente, Hyun Woo, recebeu vários conselhos diferentes, além é claro do Drama, mostrar um pouco da vida de alguns dos seus conselheiros, o que rendeu muitas risadas. Além disso, os personagens secundários ganharam maior destaque nessa trama, pois eles  também tiveram uma historia bem trabalhada. Agora chegou a hora de dizer o que não foi tão bom na historia. Achei que foi muito lento em algumas partes, o que tornar a historia chata para algumas pessoas.

 

 

Hyun Woo acreditava que sua vida era perfeita, tinha um bom emprego, era um bom pai e marido, além de ter uma esposa dedicada. No entanto, nem tudo são flores, quando pega o seu celular da sua esposa das mãos de seu filho, ele ver uma mensagem suspeita de um cara, dizendo que reservou um quarto no Motel para se encontrar com ela. Sem saber o que fazer e sem coragem para confrontar sua esposa ou pedi conselho para algum amigo, ele coloca seu problema em um fórum sobre relacionamento, o que toma proporções gigantescas.

Fico até em dúvida no que falar do Hyun Woo, pois até agora não se dizer bem o que sentir por ele, mas uma coisa é certa, ele amava sua família. Por ser muito ausente, achava que levar o filho a escola e jogar o lixo fora, eram motivos o bastante para ser considerado um marido perfeito, mas aos poucos ele percebeu que precisava mudar. Além disso, ele tinha uma certa dificuldade em se expressar, principalmente quando era para sentar e falar com Soo Yeon sobre o que iriam fazer depois da traição, se iriam continuar juntos ou se separar, na verdade ele acabava machucando a esposa e a si próprio. Dar até para entender seu ponto de vista, ser traído não é fácil e nem algo que se dar para resolver na paz, porém ele precisava ser sincero consigo mesmo, pois as vezes ele queria conversar, mas acabava perdendo a linha.

 

 

Soo Yeon além de ser mãe e dona de casa, trabalha como Designer e isso a deixa sem tempo para si mesma. No decorrer do Drama aos poucos vamos entendendo o que levou ela a cometer tal ato, além de que no ultimo capítulo ela mesma conta. Quando seu marido descobriu tudo, ela terminou com o seu amante e decidiu sair de casa para dar espaço ao Hyun Woo. no entanto ela sempre estava preocupada com o filho e vamos dizer que do marido também. O legal dela é que reconheceu o que fez e não ficou buscando desculpas ou algo para encobrir a traição, nos apenas descobrimos os motivos por meio dos fatos narrados.

 

 

Joon Soo foi uma coisa muito fofa, ele não sabia bem o que estava acontecendo em sua casa, tudo que queria era ver os pais juntos e que tudo voltasse a ser como antes ou até melhor. Era um garoto bastante esperto e tímido, por isso era excluído. Soo Yeon fez amizade com as mães da creche para poder conseguir enturmar o filho.

 

 

Joon Young é amigo de faculdade e colega de trabalho de Hyun Woo. Ele é leal ao amigo e tenta ajudar-lo da melhor forma em relação ao seu atual problema. Ele diz que é casado, mas só viram sua esposa uma vez e ninguém sabe muito sobre ela. Além disso, Joon Young vive mostrando interesse pela sua colega de trabalho Bo Young, gostei do fato dele cuida bem dela, além é claro de ter o mistério sobre sua esposa.

 

 

 

Bo Young foi minha personagem favorita, ela era durona e independente, fora que sempre tinha um bom conselho para dar sobre relacionamento. Bo Young é divorciada e por conta disso não quer se envolver com ninguém, além de entender bem o que Hyun Woo e Soo Yeon estavam passando. Sempre sendo imparcial, não tomou partido de nenhum lado da historia, mas sim o lado da razão e da possível reconciliação.

Yoon Ki é amigo do Hyun Woo. Advogado, não usava apenas a profissão para conseguir seu sustento, como também para sair com suas clientes. Ah, já falei que ele era casado? Ele traia a mulher na maior cara dura e usava de várias técnicas para não ser descoberto. Não gostei muito do caráter do personagem, mas tenho que concorda que dei umas boas risadas da sua cara de pau extrema e sim fiquei bem feliz quando a vida ou melhor, sua mulher, resolveu lhe dar o troco.

A-Ra rica e rainha, esposa do Yoon Ki, nem acredito que ele pôde trair uma pessoa tão diva assim. Ela sabia bem o que seu marido andava aprontando, mas devido a o gostar (Esse gostar acaba com a gente), ela decidiu fazer vista grossa, só que ninguém besta para sempre e vou te contar, aguarde uma vingança simplesmente perfeita.
Os Internautas. 
Para não falar de todo mundo, porque são muitos mesmos, resolvi fazer um resumo de todos esses personagens que me fizeram morrer de ri. Primeiro temos um senhor que vive pedindo que Hyun Woo fosse para uma ponte com ele conversar, nossa esse Ahjussi sempre ficava na ponte e foi hilario quando ele deixou o celular cair dela, sem falar de outro acontecimentos. Além dele, aparece um casal que estar a beira do divorcio e a única coisa que ambos tem em comum é o fato de estarem viciados na publicação do fórum. Por ultimo, as que brilhavam mais, duas Ajummas que mal sabiam mexer em celular que ficavam acompanhando as publicações de Hyun Woo e tentando dar conselhos, o mais engraçado nas duas, é que uma era a esposa e a outra era a amante e as duas viviam juntas pacificamente depois da morte do marido.
Romance

Hyun Woo + Soo Yeon

Pode se dizer que o romance no dorama não foi bem convencional, principalmente desses dois, mas nem por isso devo deixar de falar. Hyun Woo e Soo Yeon se conheceram na faculdade e desde dessa época vivem um amor. Acredito que eles realmente se gostam, não é atoa que ainda existia a dúvida se deviam ou nãos e separar, o que seria algo fácil de decidi senão existisse amor na relação. Só vou dizer para não soltar nenhum spoiler.

 

 

Joon Young + Bo Young

Por mais que Joon Young dissesse que era casado, ele vivia arrastando asa para Bo Young, mas como ela tinha acabado de passar por um divorcio, sempre se manteve firme. As cenas entre os dois foi uma mistura de comédia e fofura. Não preciso dizer que shippei muito eles dois.

Conclusão
O Drama tem uma temática diferente e possui um roteiro bem elaborado, mas não posso esquecer que a historia teve um desenvolvimento um pouco lento, o que pode deixar a historia chata para alguns. Também estaria sendo injusta se não dissesse que teve muita cena engraçada e que o My Wife’s having an affair Week, soube dar valor aos seus personagens secundários, além de ter mostrado de vários ângulos a traição, além de foca um pouco na questão do divorcio e principalmente em como isso afeta a criança.
Onde encontrar
Dramafever (Grátis)

Viki (Grátis)

5-filmes-coreanos-para-assistir-nas-ferias
in Lista

5 Filmes coreanos para assistir nas férias.

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Férias estão ai e adivinha o que vem com elas? Sim, o tédio! Para matar-lo que tal conferi uma listinha de filmes coreanos bem legais para passar o tempo? Não gosta de filme coreano? Sabe muita gente tem um certo preconceito com produções asiáticas, por achar que todas vão ter kung-fu, atuação ruim e efeitos especiais tosco, mas a verdade é bem oposta a isso, tem muito filme bom e bem produzido, não é atoa que essas produções estão ganhando cada vez mais espaço. Por isso dê uma chance vai? Não custa nada!

 

 

Train to Busan ou Invasão Zumbi (Como sempre os brasileiros “capricham” nas traduções), ainda não assisti o filme, na verdade estou esperando vim para os cinemas daqui, dessa forma posso dar uma forcinha ao cinema sul-coreano. Como apenas vi um vídeo que contava mais ou menos o que acontece até a metade do filme, posso dizer que a primeira impressão é boa, pois os efeitos especiais estão bem feitos e a atuação não deixa a desejar, não é para menos, já que temos Gong Yoo (Nosso Goblin) como principal. Espero poder trazer uma resenha positiva quando for assistir próxima semana e assim que ela sair, coloco o link nesse post. Resenha Aqui

Sinopse: Em um trem de alta velocidade com destino à cidade de Busan, um vírus que transforma as pessoas em zumbis, se espalha. A cidade conseguiu com sucesso se defender da epidemia, mas agora eles devem lutar pelas suas sobrevivências.

Saindo do Terror e indo para comédia, a próxima indicação é Twenty, um dos filmes mais engraçado que já vi. A historia foca na vida dos jovens assim que eles terminam a escola (Eu!), para isso ele trás três amigos que escolheram caminhos diferentes, um foi para faculdade, outro foi trabalhar e por ultimo o que resolveu fazer nada da vida. Incrível como eles conseguiram fazer personalidades tão distintas ficassem unidas, não é preciso dizer que esse trio junto arrancou muita risada. Um das coisas que mais gostei é que o roteiro conseguiu trabalhar com problemas do cotidiano de uma forma humorada e mesmo assim não ficou uma coisa boba e sem noção que estamos acostumados em algumas comédias, pelo contrário tinha uma historia bem construída.

Sinopse: Chi-Ho (Kim Woo-Bin), Dong-Woo (Lee Joon-Ho) e Gyung-Jae (Kang Ha-Neul) são amigos desde o colegial. Agora, todos eles estão com 20 anos e possuem um grande futuro. Chi-Ho namora So-Min (Jung So-Min), mas só pensa em cortejar outras mulheres. Um acidente leva Chi-Ho a passar um tempo com a aspirante a atriz Eun-Hye (Jung Joo-Yeon). Dong-Woo quer trabalhar como um artista de quadrinhos, mas a má situação financeira de sua família faz com que ele tenha vários empregos. So-Hee (Lee Yoo-Bi) é a irmã mais nova de Kyung-Jae e ela simplesmente adora Dong-Woo. Gyung-Jae é um calouro na faculdade. Ele espera conseguir um emprego em uma grande corporação. Gyung-Jae, em seguida, encontra uma veterana, Jin-Joo (Min Hyo-Rin), por quem ele acaba se apaixonando.

Próximo filme é Pure Love, foi um dos mais recentes que assisti e a historia tem uma mistura de romance, drama e um pouquinho de comédia. O filme se passa em uma pequena aldeia e temos como principais um grupo de amigos, uma deles é Soo Ok que é deficiente de uma das pernas e  por isso anda com dificuldade e nunca saiu da aldeia. No desenvolvimento da historia, os cincos amigos passam por pequenas aventuras,além de ter algumas cenas fofas entre Soo Ok e Beom Shil. Já vou logo avisando que o final irá te fazer chorar ou no minimo te dar um nó na garganta, pois tem certo acontecimento que é de cortar o coração. Gostei da forma de como eles mostraram a amizade e o romance foi bem leve.

Sinopse: Em um programa de rádio ao vivo, uma carta do passado de 23 anos atrás chega. Através dessa carta, o primeiro amor e a amizade de 5 amigos é revelada.

Agora chegou a vez de falar do meu favorito, Sunny, já assisti seis vezes e pretendo ver mais algumas. É um filme que tanto me fez gargalhar quanto me fez chorar. O roteiro é bem elaborado e conseguiu nos fazer refletir sobre nossas vidas e como o tempo separa os amigos e muda nossos sonhos.  A historia é dividida entre os anos 80 e os dias atuais, focando em um grupo de amigas chamados Sunny. Cada membro tem uma personalidade diferente e juntas elas passam o tempo se divertindo e brigando com a gangue rival , adorei como eles fizeram o reencontro e como o lanço delas não mudaram mesmo que tenham ficado tanto tempo separadas.

Sinopse: Im Na Mi é uma mulher, que aparentemente tem uma vida perfeita. Casada com um marido bem sucedido e tem uma filha bonita. Mas ainda assim, sente que algo em sua vida está faltando. Um dia, Na Mi vai ao hospital para visitar sua mãe e acaba se encontrando com Ha Chun Hwa, uma velha amiga do ensino médio. Na Mi descobre que essa amiga só tem pouco tempo de vida. Então, ela pergunta se há algo que ela poderia fazer por Chun Hwa, primeiramente, Chun Hwa diz que não, mas depois ela diz que gostaria de reencontrar “Sunny” antes de morrer. Quem ou o que seria “Sunny”? Por que Chun Hwa quer reencontrar “Sunny”?

Por ultimo temos The Techinicans, um filme para quem  gosta de truques e de ser enganado com um roteiro bem elaborado. A historia segue três vigaristas que foram contratados por um homem rico para roubar dinheiro do cofre do Governo coreano. Sou até suspeita para falar sobre esse filme, porque amo  historias com vigaristas, pois o roteiro é inteligente e tem coisas que a faz a gente questionar “Como eles pensaram nisso?”, além é claro que sempre terminamos sendo surpreendido ou melhor dizendo, enganados!

Sinopse:Ji- Hyeok (Kim Woo- Bin) é um arrombador e falsificador de elite . Ele trabalha com Koo -In (Ko Chang- Seok) que apresenta pra ele o hacker de elite Jong- Bae (Lee Hyun-Woo) . Há rumores de que Jong- Bae traiu outros parceiros em seu passado, no entanto, o trio decidem trabalhar juntos para roubar diamantes valiosos que estão dentro de um cofre secreto numa loja de joias. A joalheria é de propriedade da Presidente Jo (Kim Young- Chul). Enquanto isso , o presidente Jo está em busca de um arrombador elite para ajudá -lo a roubar milhões de dólares guardados dentro de uma área do governo dentro do porto de Incheon na Coreia do Sul.

As sinopses foram retirados dos sites: Adorocinema, Subarashiis, Dopeka.
 

Gostou de algum? Comentem o que acharam e se tem um outro filme para indicar.

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in Lista

5 Filmes de Época para se apaixonar

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Hoje trago uma listinha dos meus 5 filmes de época favoritos que creio eu que se você é fã do gênero irá se apaixonar por eles. Sou fanática por qualquer produção que tenham como foco historia, não sei dizer o que mais me atrai, se é o enredo envolvente, o romance puro ou o cenário junto com os figurinos. Enfim, a dúvida pode continuar, mas a verdade é que continuarei apaixonada por essas produções.

 

 

Como primeira indicação trago Orgulho e Preconceito, pois tanto o livro quanto o filme conseguiu garantir um lugar no meu coração. Para ser sincera, assisti o filme primeiro e por ter gostado tanto da historia fui logo atrás do livro para ler (Além de ter recomendado-o para Deus e o Mundo).  A personagem Lizzy é bem a frente do seu tempo, possui opinião própria e não tem medo de expor o que pensa, levando em consideração a época em que o livro foi escrito, na qual mulher era apenas para obedecer Pai e Marido, Lizzy demonstra ser uma personagem forte e destemida, mas não podemos esquecer que as vezes era cabeça dura. Outro personagem que não posso deixar de citar é Darcy, um verdadeiro sonho, no começo temos uma primeira impressão equivocada, mas logo vemos o seu verdadeiro eu. Só para constar odiei o filme Orgulho, Preconceito e Zumbi, se eu fosse a Jane teria me revirado no tumulo.
 
Sinopse:Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet – Elizabeth (Keira Knightley), Jane (Rosamund Pike), Lydia (Jena Malone), Mary (Talulah Riley) e Kitty (Carey Mulligan) – foram criadas por uma mãe (Brenda Blethyn) que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai (Donald Sutherland). Quando o sr. Bingley (Simon Woods), um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy (Matthew Macfadyen). Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.
 
 

Para quem é fã das obras de Jane Austen, com certeza deve conferir Amor e Inocência, uma adaptação inspirada na biografia da autora. O roteiro foca bem na época em que Jane viveu um grande amor que infelizmente não teve um final feliz, mas que lhe ajudou a escrever suas eternas obras, principalmente o meu favorito Orgulho e Preconceito. A historia é bonita, além de ter um equilíbrio entre cenas divertidas e drama, mas já vou avisando que como na vida da autora, o final não é um “Felizes para sempre”, no entanto é lindo e emocionante.Com certeza é um filme que marcou a minha memoria.

Sinopse:1795. Jane Austen (Anne Hathaway) tem 20 anos e começa a se destacar como uma escritora. Enquanto ela está mais interessada em desvendar o mundo, seus pais querem que ela logo se case com um homem rico, que possa assegurar seu status perante a sociedade. O principal candidato é o sr. Wisley (Laurence Fox), neto da aristocrata Lady Gresham (Maggie Smith), mas Jane se interessa é pelo malandro Tom Lefroy (James McAvoy), cuja inteligência e arrogância a provocam.

 

Um filme para quem gosta de História, Juventudes Roubadas tem como enredo a Primeira Guerra Mundial e mostrou com fidelidade o acontecimento, haja visto que se trata de uma obra Biografia da escritora Vera Brittain. Ela aos 17 anos ver seu irmão e seu amado se alistarem no exercito na Grande Guerra. Não querendo ficar de mãos atadas, decide ajudar tornando-se uma enfermeira volutaria e lá ela percebe  quantos sonhos foram perdidos no conflito. O romance acontece de forma doce e bem a moda antiga, já que os pombinhos trocam cartas (Adoro isso) , além disso o filme mostra o efeito da Guerra na vida das pessoas.

Sinopse: Vera Brittain (Alicia Vikander) relembra sua dura juventude durante a Primeira Guerra Mundial, quando, aos 17 anos, vivenciou a perda e o luto de seus amigos em seu ofício voluntário de enfermeira.

 

Jane Erye é um romance gótico bem diferente dos demais, o enredo tem aquele ar obscuro que é o mais atraente nessa temática gótica. O que mais gostei na história é que ela crítica um pouco aquela visão de que os finais felizes precisam de casamentos (A indireta da autora foi bem direta a Jane Austen), além disso no enredo existe um equilíbrio entre os mistérios da trama e o romance dos protagonistas. Muitas pessoas não gostaram do final do filme, adivinha quem gostou? Sim, euzinha, achei um final feliz sim, mas que foi feliz nos modos da autora e pelo menos eu achei um pouquinho romântico.

Sinopse:Jane Eyre é uma menina órfã que vive com sua tia, a sra. Reed, e seus primos, que sempre a maltratam. Até que, cansada do convívio forçado com a sobrinha de seu falecido esposo, a mulher envia Jane a um colégio para moças, onde ela cresce e se torna professora. Com o tempo, cresce nela a vontade de expandir seus horizontes. Ela põe um anúncio no jornal em busca de trabalho como governanta. O anúncio é respondido pela senhora Fairfax, e Jane parte do colégio para trabalhar em Thornfield Hall. Lá, ela conhece seu patrão, o sr. Rochester, um homem brusco e sombrio, por quem se apaixona. Mas um grande segredo do passado se interpõe entre eles.

Por ultimo e não menos importante trago Somewhere Only We Know, um filme chinês, estrelado por Kris Wu (Ex-membro do EXO T^T). Bem, sei que a historia não é necessariamente de época, mas parte dela se passar no período da Segundo Guerra Mundial (Relaxa, não tem nenhum saldado na guerra). Enfim, esse filme teve um dos finais mais lindos que já vi e recomendo você assisti-lo com alguém especial, se você esperar os créditos passarem irá entender bem o que estou dizendo. É um filme que tem um pouco dos dias atuais e uma personagem bem divertida, também não posso esconder que tem uma carga de drama, mas qual filme de romance não tem?

Sinopse: O filme narra a história de uma mulher, JinTian, que está vivendo a fase mais difícil de sua vida, pois seu marido pediu divórcio e a sua querida avó faleceu. Após esses acontecimentos, ela visita Praga na Europa, cidade em que sua avó um dia morou, para curar seu coração partido e acaba conhecendo ZeYang. Em Praga, aos poucos ela vai descobrindo mais sobre a vida de sua amada avó.

E ai, gosta de filmes de época? Tem algum para me indicar ou quer comentar o que achou? Deixe seu comentário irei adorar lê-lo.

Obs: As sinopses no post foram tiradas do Adorocinema, Skoob, Filmow
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in Dorama

Resenha: Moon Lovers Scarlet Heart Ryeo

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Primeira postagem do blog e como estreia resolvi resenhar Moon Lovers Scarlet Heart Ryeo, já que,não aguentava mais para escrever sobre ele e como não queria fazer o mesmo feijão com arroz e usar o primeiro post para me apresentar, decidi começar com uma resenha, afinal é um dos assuntos que mais irei abordar no Meio Assimétrica. Bem, chega de enrolação! O que dizer sobre esse Drama? Foi para mim a melhor surpresa do ano, para ser sincera, comecei assisti-lo com o pé atrás, pois achava que seria mais um daqueles clichês, onde todos os caras se apaixonavam pela a protagonista bobinha, no entanto, ao decorrer da trama, percebi que estava completamente enganada…

Nome: Moon Lovers Scarlet Heart Ryeo
País: Coreia do Sul
Ano: 2016
Numero de capitulo: 20
Gênero: Drama, Romance. Histórico, Fantasia, Ação.
Nota: 9,5
Sinopse: A história se passa no início dos anos de regime Goryeo. Go Ha Jin, uma menina de 25 anos de idade, da era moderna que foi transportada de volta para a dinastia Goryeo e ficou presa nos conflitos e lutas entre príncipes da Casa de Wang. Lá, ela se apaixona por Wang So, aquele que faz as outras pessoas tremerem de medo. (Sinopse tirado do Filmow)

Como havia dito no começo, comecei um pouco com o pé atrás, foi preciso apenas um capítulo ou para não dizerem que estou exagerando dois capítulos, para ver que esse dorama seria completamente diferente do que estava pensando. O Drama começa de uma forma leve e até então divertida, mas ao decorrer da trama foi ganhando um aspecto mais maduro, cheio de emoção, que com certeza contagiou todos que lhe assistiram. Os personagens foram bem desenvolvidos e a medida que se passavam os capítulos, se transformavam com o tempo, alguns se tornaram melhor e outros nem tanto assim.

Uma das coisas que mais gostei, além do romance e das cenas de ação bem elaboradas, foi a forma como mostraram que a obsessão pelo trono pode transformar alguém por completo, ao ponto de se voltar contra pessoas que até então você convivia. Se fosse colocar um defeito, seria o fato de que em algumas partes senti que aceleraram demais, poxa as vezes se passavam anos e algumas coisas ficaram ocultas, não que tenha perdido o sentido, mas que gostaria de ver o desenvolvimento melhor do romance entre Hae Soo e Wang So, sei que para isso era necessário aumentar os capítulos (O que não seria um problema para mim).

 

 

 

Go Ha Jin (IU – Dream High) é uma jovem de 25 anos que está passando por um momento difícil, foi traída e largada cheia de dividas pelo namorado e pela melhor amiga. Sua vida começa a mudar, quando vai salvar uma criança que está se afogando no rio, e é transportada para uma nova Era, Goryeo. Ela agora está no corpo de uma nobre jovem de mesma aparência chamada Hae Soo de 16 anos. Go Ha Jin ou melhor Hae Soo, aproveita essa chance para recomeçar e tenta se adaptar a sua nova realidade, mas as coisas complicam, quando ela começa a conviver com os príncipes e perceber que a ganância e a busca pelo poder do trono pode separar irmãos.

 

 

 

De todas as personagens acho que Hae Soo foi uma das que mais gostei, certo que as vezes senti raiva de certas atitudes dela, mas consigo entender os seus motivos. No começo, a personagem era um pouco inconsequente e não tinha papa na língua, além de não baixar a cabeça nem para os superiores. A relação dela com os príncipes, era mais como família, ela se preocupava com eles e buscava manter a “paz” do grupo. Acho que de todos os personagens que já vi em minha vida de Dorameira, essa com certeza, foi uma que teve um maior amadurecimento no decorrer da trama, além de conseguir se adaptar a qualquer coisa que lhe era imposto. Também tenho que destacar a atuação da IU que nesse drama estava impecável, ela conseguiu conduzir bem a personagem de uma forma bem realista.

 

 

O 4° Príncipe Wang So (Lee Joon Gi – Two Week’s), por incrível que pareça, eu consegui me identificar com a dor dele, não que esteja passando pelo mesmo, mas de alguma forma senti empatia por ele. Um personagem que não tem apenas uma cicatriz no rosto como também na alma (Filosofei), quando criança foi levado para outro reino como refém e cresceu amargo em relação aos outros. Devido ao seu temperamento é temido por todos, além de existir vários boatos sobre ele. Ele decide voltar para o palácio e uma das coisas que ele mais quer é um pouco de atenção materna. Wang So por mais que quisesse o amor da mãe malvada, ele sempre se manteve no lado que achasse mais correto, além disso, seu jeito mau encarado muda ao conhecer Hae Soo ao ponto dele querer ser uma pessoa melhor por conta dela. Sabe Wang So também tomou decisões que não me agradaram, principalmente perto do final, mas quando colocamos na balança, as vezes que ele conquistou nosso coração, dar até para reconsiderar.

 

O 8° Príncipe Wang Wook ( Ha Neul – Twenty), marido de Lady Hae, prima de Hae Soo, ele deixa a jovem viver com eles a pedido da esposa. De boa aparência e modos de um cavalheiro, ele tem o respeito por todos a sua volta (O tipico perfeitinho), quando percebe a mudança na jovem Hae Soo, ele aos poucos vai se apaixonando por ela e a nossa mocinha por ele. Estaria mentido se dissesse que não tinha shippado os dois no começo, para ser sincera achei que a forma deles se apaixonaram, foi melhor desenvolvida que a dela e Wang So (Embora eu a prefira com ele), sabe tudo foi tão fofo e de uma forma tão simples. Porém nem tudo na vida é flores, o 8° Príncipe como qualquer ser humano tem defeitos e um deles é a covardia, já que, ele age por trás dos panos na sua busca por poder, senti muita raiva dele e vontade de entrar na historia e dizer, “Acorda! Ela não vai gostar de tu assim, querido…”

 

O 3° Príncipe Wang Yo (Hong Jong Hyun – Her Lovely Heels), filho da mesma mãe que Wang So, ele é a esperança da malvada de virar rainha mãe. Da mesma forma que a mãe não trata bem o 4° Príncipe, ele também faz descaso do irmão. Wang Yo estava tão determinado em virar rei pela mãe, que esqueceu de se pergunta se isso era o que ele queria. Para mim ele foi também uma vítima da mãe, por que as coisas que ele fazia eram arquitetadas por ela.

 

 

O 10° Príncipe Wang Eun (BaekHyun – Exo Next Door), foi com certeza uma das coisas mais fofas do drama. Era imaturo e parecia mais uma criança dentro do corpo de um adulto. Depois de apanhar da Hae Soo, ele começa a gostar dela, mas como era de se esperar, Hae Soo só o via com um irmão mais novo. No começo não gostei muito da atuação do BaekHyun, pois me pareceu um pouco forçada, mas logo depois de um tempo ele conseguiu mudar a minha opinião e me senti conquistada pelo seu personagem.

 

O 13° Príncipe Baek-Ah ( Nam Joo Hyuk – School 2015), dos irmãos ele é um dos mais próximos ao Wang So e a Hae Soo. Tranquilo, pouco lhe importava se tornar rei algum dia, além disso gostava das artes, seja desenho seja música. Como havia dito, foi um personagem bem pacífico, mas nem por isso passou despercebido na trama, pelo contrário, sempre foi leal ao Wang So e também não podemos esquecer que ele era companheiro de bebedeira da Hae Soo.

 

O 14° Príncipe Wang Jung ( Ji Soo – Cheer Up), também é irmão da mesma mãe de Wang So, mas digamos que ele não foi corrompido pela vilã. Claro que ela o tratava com o mais novo e por isso o mimava um pouco, no entanto, como não era o alvo para se tornar rei, a pressão do trono nunca o afetou. Além de ser bom em artes marciais, era melhor amigo de Wang Eun, a amizade do dois era  divertida.

Obs: Tem mais dois príncipes, mas não ganharam tanto destaque na trama

As Megeras da Vez, como não quero deixar o post muito grande e ainda tem muita coisa que quero escrever, resolvi falar das megeras juntas. A primeira é Yeon Hwa ( Han Na – Miss Coreia) princesa irmã da mesma mãe do 8° Príncipe, ela foi uma verdadeira cobrinha, mas tenho que admitir, ela tinha ambição e corria atrás, mesmo assim, tive muita vontade de dar na cara dela. Outra que mais odiei foi a 3° Rainha de Taejo ( Park Ji Young – Jealousy Incarnate), não consigo entender como uma mãe pode fazer tal coisa com o próprio filho, Wang So, só queria um pouco de carinho materno, poxa ele também saiu de ti, como se não fosse o bastante ela ainda coloca todo o peso de suas ambições no ombro do 3° Príncipe.
 
Romance
 

 

 

Wang So + Hae Soo
 
O romance entre esses dois rendeu muitas cenas fofas, mas como havia dito antes, achei que faltou eles capricharem mais em relação a como eles começaram a se apaixonar, certo que mostrou como o Wang So se apaixonou por ela, mas não como ela correspondeu (Se eu estiver equivocada, ~sorry). A relação do dois passou por altos e baixos, teve algumas partes que tudo estava um amorzinho da mesma forma que teve aquela fase sofrida. O casal também teve muita química e dava para sentir sinceridade no amor que um sentia pelo outro.
 

 

 

Wang Wook + Hae Soo

Podem atirar pedras, mas tenho que confessar que no começo do dorama estava shippando muito esse dois. Como havia dito achei que o romance do dois foi melhor desenvolvido no começo que o outro, não que eu esteja no lado do 8° Príncipe, pelo contrário achei ele um covardão que merecia ficar no escanteio. Porém gente não posso negar que eles dois tiveram boas cenas juntos, principalmente a da neve. (Foi uma das cenas que mais gostei)

 

 

 

Wang Eun + Park Soon-duk
 
Wang Eun foi obrigado a casar com a filha de um general, ele não ficou nem um pouco feliz com sua esposa, pois ela  não era nem um pouco feminina (Como se isso importasse). Já Park Soon-duk( Z.Hera – Moorin School) sempre gostou de Wang Eun e para ela o casamento foi um sonho realizado, mesmo que o seu marido não a trate tão bem. Sabe fiquei com pena da Park Soon-duk, pois ela amava mesmo do 10° Príncipe, mas convenhamos que ele era um pouco imaturo e não percebia. Spoiler: Na ultima noite que os dois passaram juntos, antes daquele acontecimento, comecei a gostar do casal, pois parecia que os dois finalmente estavam se entendendo, mas…
 

 

Baek Ah + Woo Hee

 
Woo Hee cresceu com raiva do rei e foi designada a mata-lo em meio a uma apresentação de dança com espadas. Enquanto treinava conheceu Baek Ah que se passou por um músico, logo ele a ajudou a treinar, sem imaginar que aquilo era para matar o seu pai. Enfim, esse casal pode não ter tido aquele romance de contos de fadas, mas a química do dois estava perfeita e sim o casal consegue nos conquistar.
Conclusão
 
Moon Lovers Scarlet Heart Ryeo possui um bom roteiro que está recheado de ação, romance, brigas politicas e principalmente drama. Os personagens foram bem conduzidos pelo elenco que demonstrou um show de atuação, já que eles conseguiam passar sinceridade em meio as cenas. No entanto, não recomendo este Drama para pessoas que procuram uma coisa leve e com um final “Felizes para sempre”, pois ele não segue essa linha, existem várias cenas fortes e no desenvolvimento da trama, principalmente no final, tem uma alta carga dramática. Enfim, o recomendo para pessoas que como eu, amam dramas históricos e querem ver algo mais maduro, além de não se importar de derramar algumas lagrimas (Tenho dificuldade de chorar e chorei). Um passarinho me contou que haveria um filme como continuação e estou me agarrando a essa esperança, pois espero que pelo menos no filme tenha um final que todos nos queremos.
 
Onde encontrar
 
Dramafever (Premium)
Kingdom Fansub (Precisa de Cadastro)
 
 
 

Chegamos ao fim do primeiro post do blog, espero que tenham gostado. Comentem o que acharam

 
 
 
 
 
 
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