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Resenha: Pandora

Olá Girafinhas

Faz um certo tempo que assistir Pandora, mas acabou que dei prioridade para a Resenha de Tazza 2. Enfim, antes tarde do que nunca. É até difícil falar de Pandora, pois embora tenha uma temática diferente, é um filme que os elementos não se destacam.  A produção estar longe de ser ruim, porém deixou aquela sensação de faltar algo.

Nome: Pandora
Diretor: Park Jung Woo
Ano: 2016
País: Coreia do Sul
Duração: 2h26min
Gênero: Desastre e Drama
Sinopse: Jae-Hyeok (Kim Nam-Gil) luta para salvar a sua família e o seu país de um desastre nuclear. Jae-Hyeok vive com sua mãe (Kim Young-Ae), sua cunhada (Moon Jeong-Hee) e sobrinho Min-Jae (Bae Gang-Yoo) em uma pequena cidade coreana. Ele está namorando Yeon-Joo (Kim Joo-Hyun) e trabalha na usina nuclear local. Enquanto isso, Pyung-Sub (Jung Jin-Young) trabalha na mesma usina nuclear. Ele está preocupado com as condições lá, mas ninguém no governo o escuta. Um terremoto atinge a pequena cidade onde Jae-Hyeok vive e causa explosões na usina nuclear. A situação rapidamente fica fora de controle, levando toda a nação a entrar em pânico. Para evitar outro desastre nuclear, Jae-Hyeok e seus colegas de trabalho retornam à usina nuclear.

Não assistam Dublado pelo amor de Deus!!

Sempre gostei de assistir filmes sobre catástrofe e foi a primeira vez que vi algum sobre Ursina Nuclear. Pandora, mostra os estágios do desastre que uma explosão nuclear pode ocasionar tanto na vida dos cidadãos quanto economicamente no país. Novamente, a produção coreana, trás a tona a mensagem sobre o egoísmo humano, que no caso, foi representado pelo Governo. Assim como, ainda em meio ao caos tem pessoas que estão disposta a se sacrificar, representado pelos trabalhadores da usina.

Como havia dito o filme, mostra os estágios dessa catástrofe e para isso trás vários ângulos. Como, os trabalhadores da usina que foram infectado com a radiação.Além das famílias que fogem para salvarem suas vidas e o Governo que tenta “acalmar” a situação.  O problema de Pandora, foi que focou em tantos personagens, que o principal parecia mais um secundário. Não sei vocês, mas foi difícil me apegar a ele, pois quase não aparecia na trama.  Li que muitas pessoas acharam o filme dramático demais, sabe eu o assisti tanto Dublado quanto Legendado e creio que a Dublagem passou essa sensação. Claro, que sei que o Drama estar presente nas produções coreanas, mas não de forma exagerada como alegaram.

Jae Hyeok odiava a usina em que trabalhava, o rapaz almejava viver fora daquela cidadezinha, mas estava preso a ela por conta da família e namorada. Em um dia comum de trabalho, um terremoto causa danos a usina e os funcionários são proibidos de saírem. O tempo corre e fora da usina, o Governo entra em conflito para resolver o problema antes que algo pior aconteça. No entanto, por causa da hesitação, o problema se agrava ocasionando uma explosão. Jae Hyeok e alguns de seus colegas conseguiram sobreviver, mas terão a difícil escolha, viver por mais alguns dias ou se sacrificarem para salvar seus colegas e familiares.

Como havia dito, por causa dos vários ângulos que a historia mostrou, ficou difícil ver Jae Hyeok como principal, pois quase não se mostrou importante para a historia. Não que tenha achado ruim a maneira como o roteiro tentou mostrar como o desastre afeta de diferentes maneiras. Porém, com isso não tivemos um melhor aprofundamento nos personagens e mau consegui me apega ao personagem.

Jae Hyeok mesmo debilitado após a explosão, ele ajuda seu amigo a escapar. Ao perceber que a equipe de resgaste estava com medo da radiação elevada, ele retorna para salvar seus colegas, junto com o engenheiro responsável pela usina. O legal do filme, é que ele mostra por meio dos infectados os estágios da radiação no corpo humano. E embora não seja perita no assunto, que a representação foi bem feita.

Ao mesmo tempo, temos o conflito do Governo, por um lado o Presidente (Bonzinho) quer fazer as coisas de forma certa e por outro temos os Ministros que prezam mais a ecomimia do que as vidas dos seus cidadãos. Não via a hora do Presidente se impor, por causa de sua hesitação em tomar o comando, as coisas deram errado. Todavia, tenho que admitir que quando ele se impôs as coisas começaram a dar certo.

Além disso, temos o desespero das famílias que fogem da radiação, mais precisamente a família de Jae Hyeok. Sua mãe, cunhada, sobrinho e namorada, seguem junto com os demais moradores da região em busca de salvar suas vidas.  Nesta parte vemos melhor o descaso dos governantes com a população, pois além de manterem o acidente nuclear em segredo, não derem nenhuma assistência as famílias. Se não fosse por  Yeon-Joo, namorda de Jae Hyeok que também trabalhava na usina, descobri a verdade, ninguém ao menos teria começado a fugir.

Essa ultima parte que irei lhe escrever, fiquei até em dúvida se era um spoiler ou não, porém acho valido colocar. A única maneira de evitar um catástrofe maior é arrumando voluntários para reparar um dano. O problema estar que, só tem viagem de inda, voltar vivo é quase impossível.  Agora imagina o Presidente pedindo para alguém se sacrificar por um erro que é praticamente dele. Enfim, como o pessoal da usina já estar com os dias contados eles se volutariam, incluído Jae Hyeok. Essa parte de Pandora foi bem tensa e reformou aquela ideia da empatia, que os coreanos amam colocar em suas produções.

 Conclusão

Pandora trata-se de um filme com uma temática diferente, porém seus elementos acabam não se destacando. Motivo no qual, julgo ser o foco em muitas coisas. Não que Pandora seja ruim, apenas não se destaca em meio a outras produções sul-coreanas. Entretanto, é um filme que recomendo, pois apesar dos pesares tem uma história interessante. Além disso, tirando o fato de que não consegui me apear ao principal, o enredo em si é emocionante e só pela mensagem que trás, vale a pena uma conferida.

Nota

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18 anos com carinha de 15 e ossos de 80. Vivo me aventurando em historias fantasísticas, na qual uma hora sou uma tributo na outra sou uma mochileira das galaxias. Estudante de Artes Visuais, amo desenhar e escrever, meu sonho de princesa é ser quadrinista ou trabalhar na Pixar. No blog, compartilho minhas paixões por livros, filmes e doramas. O Meio Assimétrica, está repleto de surtos e desabafos sobre meu cotidiano... Convido você a conhecer mais sobre esse cantinho, então se aconchegue ai.

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1 Comment

ANGELICA SILVIA DIAS setembro 17, 2017 at 4:43 am

Eu assisti DUBLADO e gostei pra caraba!

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Ana Letícia, 19 anos nas costas, faço Artes Visuais no IFCE. Geek, Dorameira e Bookaholic, juntei esses três Hobbies para escrever nesse cantinho especial…

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