Resenha: Chicago Typewriter

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In Dorama

Olá Girafinhas

Terminei Chicago Typewriter em um momento perfeito, haja visto que está em pauta as brincadeirinhas sobre asiáticos, como “Japonês e Coreano é tudo  igual” . Depois desse K-Drama você irá ver como esse tipo de piada fere a identidade coreana. Estava com esperança de que esse Dorama conseguisse cobri a falta que o Goblin deixou em mim, mas acabei indo com sede ao pote. Não que a história seja ruim ou que esteja de fato comparando os dois Doramas, porém não consegui ser de toda cativada por ele.

Nome: Chicago Typewriter

Diretor: Kim Cheol Kyu

Roteirista: Jin Soo Wan

País: Coreia do Sul

Ano: 2017

Emissora: TvN

Episódios: 16

Gênero: História, Romance, Sobrenatural

Sinopse: Os escritores que viveram sob o governo japonês na década de 1930 são reencarnados em um escritor de best-seller que está em uma queda, um misterioso ghostwriter e um anti-fã do best-seller.

 

Nem precisa dizer que fui atraída pela temática histórica, logo que é uma das partes que mais gosto de me aventurar na cultura coreana. Assim como, o fato desse Drama ter várias referências à outras obras literárias foi uma das coisas que mais amei. Se fosse descrever Chicago Typewriter, diria que é um K-Drama para amantes de livros, pois tanto as referências quanto os cenários com estantes cheias de livros, foi algo bem característico da trama. Indo mais fundo na história, o roteiro é bem equilibrado e intercala entre o passado e o presente. No passado, temos personagens fortes que lutam contra a ocupação japonesa, já no presente, somos apresentados a personagens carismáticos que tentam contar a historia desses heróis.

Han Se Ju é um escritor famoso que após ser atacado por um fã lunático, acaba perdendo a vontade de escrever. Pressionado pelos investidores, o seu chefe acaba propondo que ele aceite contratar um escritor fantasma. Orgulhoso, Han Se Ju recusa a oferta e afirma que irá voltar a escreve por conta própria. No entanto, surge um homem misterioso, Yoo Jin Oh, que invade sua casa e inicia um romance em seu nome. O que nosso principal não esperava era que Yoo Jin Oh é literalmente um escritor fantasma e para se livrar dele terá que ajuda-lo em uma tarefa.

 

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Han Se Ju mantem a imagem de arrogante e egocêntrico como uma especie de auto defesa. É difícil dizer de que ponto começou a desenrolar a sua história, se foi no caso de um leitor lunático ou na chegada de uma maquina de escrever. Quando estava no exterior teve sua atenção roubada por uma Chicago Typewriter, mas o dono não a vendeu, somente após alguns acontecimentos sinistros que essa belezinha acabou indo parar em sua casa. Depois disso, ele acabou sendo atacado por um leitor e por conta disso passou a sofrer de um bloqueio criativo. O que não esperava, era que dentro da maquina de escrever havia um fantasma e que ele conhecia sua vida passada.

 

 

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O fantasma em questão é Yoo Jin Oh, ele havia morrido há mais de 80 anos e desde então vivia preso dentro da Chicago Typewriter. Yoo Jin Oh revela que era melhor amigo de Han Se Ju na sua vida passada e que ambos viveram na época da ocupação japonesa na Coreia. Ele precisa terminar o romance que conta a história deles e assim descobri quem o matou. Sou muito fã do Kyung Pyo, é quase impossível não ser cativada pelos seus personagens. Nesse K-Drama não foi diferente, Yoo Jin Oh tinha um jeito meio bobinho e meigo que foi difícil resistir a sua fofura. Além disso, era um bom amigo e se mostrava apaixonado por Jeon Seol desde a vida passada dela.

 

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Jeon Seol nos representa bem como viciados em livros. Era uma personagem bem maluca e era fã numero 1 do Han Se Ju. Ela estava com ele, quando foi atacado por um fã lunático e o salvou. Devido a essa e outras situações os dois começaram com o pé errado. Ela também o conhecia na vida passada. Embora, não saiba disso, desde pequena possuía sonhos estranhos que eram na verdade memorias do passado. Após o destino uni-los, ela acaba por se decepcionar com a verdadeira personalidade de seu ídolo. No entanto, com o tempo ela percebe o seu verdadeiro eu e passa a entende-lo.

 

 

Vidas passadas

 

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Não é sempre que vemos Doramas que falem sobre reencarnações, principalmente da forma como é abordada em Chicago Typewriter. Nas suas vidas passadas, eles eram jovens que sonhavam com um país livre e por conta disso estavam envolvidos com esquemas ilegais. Para ser sincera, a parte que mais gostei foi justo essa, mesmo que não tenha sido bem explorada, ainda assim me conquistou. Por se tratar das memorias dos personagens, conhecemos a histórias deles por meio de fragmentos. Isso dava ar ao mistério e me deixava curiosa para terminar.

 

Amizade

 

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O que mais se destacou na trama foi o forte laço de amizade entre os três, tão forte que durou em outras vidas. No passado eles eram inseparáveis, mesmo que houvesse algumas desavenças, estavam unidos. Já no presente, embora tivessem começado com o pé esquerdo, aos poucos o sentimento de companheirismo surgiu.  Na minha humilde opinião, a amizade sobressaiu ao romance, pois era tão legal ver os três juntos que me cortava o coração saber que Yoo Jin Oh iria sair como segura vela.

 

O Romance

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Confesso que fui atrás do Dorama após ver um vídeo do beijo entre o casal que foi beem…Enfim, na vida passada de Han Je Su, por causa do movimento rebelde,  precisava esconder seus sentimentos e por conta disso era frio com a vida passada de Jeon Seol. Mesmo assim, era evidente o que sentia por ela, o que tornava mais sofrido shippar o casal. Assim como, Yoo Jin Oh, possuía sentimentos por ela também e ao contrário de Han Je Su, ele expressava o que sentia, mesmo que ela não tenha interpretado direito (rsrs). No presente, Yoo Jin Oh pede ao Han Je Su que cuide da sua amada até ele consegui se mostrar para ela. No entanto, nesse processo Han Je Su e Jeon Seol acabam ficando próximos e sim, o casal é muito fofo e shippável.

 

Um vilão para amar odiar

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Se tem um vilão que odiei com todas as forças foi Tae Min, não tenho nada contra vilões, para ser sincera alguns até me cativam (Gap Dong), mas nesse caso tive ódio. Pense em um personagem sínico, sonso e covarde. Quando mais jovem roubou o manuscrito de Destino escrito por Han Je Su e fez fama pelo trabalho do outro. Como se não fosse o bastante agia como o cara bonzinho que era menosprezado pelo meio irmão. Além disso, na sua vida passada trabalhava para a policia japonesa, quer dizer a praga traiu o próprio país.

 

 

Conclusão

Irei me limitar até aqui, porque não quero entregar muito da historia. Sobre esse Dorama, tenho a dizer que a Tvn está mais uma vez de parabéns. A trama possui um bom roteiro, mesmo  que não tenha gostado do final, senti que teve um bom desfecho. Assim como, tanta a fotografia quanto os figurinos estavam impecáveis. Para completar, contou com um bom elenco que conseguiu dar conta do recado. Chicago Typewriter, é um Dorama perfeito para quem ama livros e para aqueles que procuram conhecer um pouco mais sobre a história das Coreias.

Nota

 

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1 Comment

  • Reply
    Resenha: Lookout - Meio Assimétrica
    julho 24, 2017 at 12:08 am

    […] Lookout sexta-feira, mas como tinha que finalizar a resenha de Chicago Typewriter, acabei deixando para fazer só agora.  Gente, sabe aquele Dorama que mexe com seu psicológico de […]

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