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Filme: Judge

Olá Girafinhas

 

Sou muito fã de jogos de sobrevivência, principalmente quando envolve a verdadeira natureza do ser humano. Além disso, adoro mangás de terror e se tem um mangaká que acho fenomenal é o Tonogai Yoshiki, tanto pela sua arte quanto pelas histórias que desenvolve. Logo, assim que fiquei sabendo que Judge uma de suas obras iria virar Live Action fiquei bem animada para assistir, mas como filme japonês é difícil de encontrar demorou alguns anos até conseguir finalmente encontrar uma alma bondosa que legendou. Porém, acabei me deparando com uma grande frustração, Judge que tinha tudo para ser “O Live Action” acabou se tornado um filme mediano e nem um pouco memorável, por isso que venho com tanta pressa resenhar, haja visto que mais tarde talvez nem me lembre do que aconteceu.

Nome: Judge

Direto: Yo Kohatsu

País: Japão

Ano: 2013

Duração: 1h16min

Gênero: Suspense e Horror

Sinopse: Sete pessoas que cometeram os sete pecados capitais: a luxúria, a gula, a ganância, a preguiça, a ira, a inveja e o orgulho são fechados em um espaço selado por alguém. Essas sete pessoas devem jogar um jogo que é uma questão de vida ou morte.

 

Judge tinha tudo para ser um filmaço, pena que nenhum de seus elementos se destacaram no seu desenrolar. A historia é semelhante a do filme Circle que já resenhei no blog, mas ambos abordaram a temática de forma bem diferente. Enquanto Circle tenta por meio de diálogos falar sobre problemas sociais, Judge foca no terror, em trazer a sensação de pavor e de beco sem saída. Além disso, Judge não tem nenhum herói, nenhum santo, todos são pecadores e por isso não podemos nos enganar com suas faces. No entanto, a justificativa de alguns pecados na história não me convenceu, poderia ter sido melhor abordada.

Sete pessoas acordaram confinados em uma sala misteriosa. Todos usam mascaras de animais e estão acorrentados a uma mesa com uma tela de computador. Ao lerem as regras descobrem que terão de julgar qual pecado é o pior e a cada rodada uma pessoa é morta. A medida que o jogo segue, os sobreviventes conseguem tirar às mascaras, se soltar da mesa e até irar às correntes, o verdadeiro o problema é que para isso terão de jogar. Assim como, achar uma saída não será uma tarefa fácil.

 

 

Por mais que Judge tenha a premissa de trazer a sensação de Horror, não fui contaminada com esse sentimento. Tenho que admitir que as várias mudanças de câmeras foi bem elaborada, mas tanto o roteiro quanto a atuação não passaram a tensão esperada. A grande questão na trama está na confiança, afinal você confiaria sua vida a estranhos? Como também, não temos vilões, mocinhos ou em que torce, lembre-se as aparências enganam.

Conclusão

 Live Action não é fiel ao mangá e isso não me incomodou, mas talvez se fosse fiel poderia ter sido mais tenso. O filme tem um desfecho inesperado e nem um pouco clichê. O final meio em aberto é tipico do mangaká e me deixou com a mesma sensação do Doubt ( Vale a pena uma lida). A trama tem um jogo de câmera que trouxe sensações diferentes para telespectador, isso por trazer vários angulo diferentes e dar uma maior realidade ao “reality”. Enfim, não espere explicações ou justificativas, apenas fique livre para cria suas teorias.

 


 

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18 anos com carinha de 15 e ossos de 80. Vivo me aventurando em historias fantasísticas, na qual uma hora sou uma tributo na outra sou uma mochileira das galaxias. Estudante de Artes Visuais, amo desenhar e escrever, meu sonho de princesa é ser quadrinista ou trabalhar na Pixar. No blog, compartilho minhas paixões por livros, filmes e doramas. O Meio Assimétrica, está repleto de surtos e desabafos sobre meu cotidiano... Convido você a conhecer mais sobre esse cantinho, então se aconchegue ai.

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