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Resenha: Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

Olá Girafinhas

 

Tudo bem? Ontem fui assistir Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, foi a primeira vez que fui no cinema aqui perto de casa e amei a experiencia. Tanto o preço era acessível quanto o lugar era confortável, para completar um bom filme, né? Para ser sincera não conhecia a historia original, mas o trailer me chamou atenção, então resolvi dar uma conferida e gostei do que vi.

Nome: Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

Diretor: Luc Besson

País: França

Ano: 2017

Duração: 2h17min

Gênero: Ficção Cientifica, Romance e Aventura

Sinopse: Século XXVIII. Valérian (Dane DeHaan) é um agente viajante do tempo e do espaço que luta ao lado da parceira Laureline (Cara Delevingne), por quem é apaixonado, em defesa da Terra e seus planetas aliados, continuamente atacados por bandidos intergaláticos. Quando chegam no planeta Alpha, eles precisarão acabar com uma operação comandada por grandes forças que deseja destruir os sonhos e as vidas dos dezessete milhões de habitantes do planeta.

 

 

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é uma mistura de gêneros, no qual tem uma boa dosagem de aventura, ficção cientifica e romance. Li algumas críticas que disseram que o romance se sobressaiu e isso tinha prejudicado a história, como não conheço a trama original não senti a mesma coisa. Para ser sincera, estava tão impressionada com a fotografia do filme que deixei esse detalhe de lado. O roteiro tem um fluxo agitado, era como se a trama seguisse uma linha frenética e depois de um momento de “calma” logo seguia-se com ação, durante esses altos e mais altos ainda, era bem difícil se entediar com a história.

 

Valérian é um agente do governo, ele e sua parceria Laureline vão em uma missão aparentemente simples. Depois da primeira fase concluída com algumas pequenas dificuldades, Valérian e Laureline descobrem que há muita mais além disso. Agora, os dois terão de resolver o quebra-cabeça e salvar a vida de 17 milhões de habitantes de um planeta extinto.

 

A historia se inicia com a destruição do Planeta Mül, não sabemos ao certo o porque do ocorrido e o que aconteceu com os habitantes sobreviventes. Por isso, ficamos com uma pulga atrás da orelha para descobri como esse evento se encaixará na trama. Logo no começo já somos apresentados a bela fotografia do filme, gostei da maneira como capricharam nos detalhes e os efeitos especiais estavam bem críveis.

 

Passasse anos e as visões daquele dia aparecem como um sonho para Valerian, no entanto com a aproximação de uma missão, não há tempo para tentar decifrá-las. Valerian é um personagem debochado, ele vive tentando conquistar sua colega Laureline, mas sempre é rejeitado.  Para ela, o rapaz é um mulherengo sem compromisso e isso a deixa com o pé bem atrás. Laureline é uma mocinha forte e independente, infelizmente a personagem não foi bem aproveitada na historia. Da mesma forma que faltou o carisma necessário ao Valerian.  Os dois vão em uma missão para resgatar a última especie de um planeta extinto ( Mül), mas o que parecia ser uma simples missão mostrou-se ser bem mais complexa…

Ao começar pelo aparecimento dos Pearls, os antigos habitantes de Mül. A vida deles era pacifica e conviviam bem com a natureza, mas como havia dito antes seu planeta foi destruído. Eles não procuram vingança e sim recuperar o que perderam, assim como revelar a verdade. A questão não será nada simples, visto que o culpado quer colocar a sujeira para baixo do tapete.

 

Conclusão

Enfim, Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é um filme que encanta pela beleza das paisagens e dos efeitos especieis bem elaborados. Embora ele tenha recebido uma chuva de críticas negativas, penso ao contrário. Pode ser pelo fato de ser novata no romo das criticas, mas não achei o filme ruim, sei que ele teve uma misturada de gêneros e um fluxo agitado, porém é uma boa escolha para se entreter. Pode ter tido alguns deslizes, como o mau aproveitamento dos personagens, mas ainda assim dar para se tirar proveito da trama.

 

Para os fãs de Pop e Cpop, no elenco temos a cantora Rihanna e Kris Wu, embora aparição de ambos tenha sido breve deu para aproveitar (rsrs)

 

Nota

 

 

 

 

Comentários
19 anos com carinha de 15 e ossos de 80. Vivo me aventurando em historias fantasísticas, na qual uma hora sou uma tributo na outra sou uma mochileira das galaxias. Estudante de Artes Visuais, amo desenhar e escrever, meu sonho de princesa é ser quadrinista ou trabalhar na Pixar. No blog, compartilho minhas paixões por livros, filmes e doramas. O Meio Assimétrica, está repleto de surtos e desabafos sobre meu cotidiano... Convido você a conhecer mais sobre esse cantinho, então se aconchegue ai.

3 Comments

Andréia Zimmer setembro 21, 2017 at 4:45 pm

Tenho muita vontade de assistir esse filme, agora com essa resenha, com certeza vou assistir!

Grazy Bernardino agosto 16, 2017 at 6:47 pm

Confesso que não animei pra esse filme porque ele me lembra muito Avatar. Fui ver Avatar no cinema porque o hype era imenso e achei o filme chato. Para mim ele só é bonito de se ver. Então fiquei bem desmotivada com esse. Mas realmente o visual é lindo!

    Ana Letícia agosto 16, 2017 at 6:52 pm

    Ola Grazy, tudo bem? O visual do filme é realmente muito lindo, quanto ao roteiro, talvez tenha sido por não ter criado tanta expectativa quanto a ele que acabei gostado da historia. (rsrs). Obrigada pela sua visita. ^-^

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