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Resenha: Deixe-me Em Paz

Olá Girafinhas

Sabe quando você pega um livro as cegas, sem nunca ter lido uma resenha sobre ele ou ouvido a opinião de terceiros antes de comprar? Foi o que aconteceu com Deixe-me em paz. Passei por uma feirinha que vende livros por 10 reais, isso mesmo, DEZ REAIS, vocês acham que iria perder uma chance dessas? Olhei para tudo que é canto e não tinha achado nada muito interessante… Eis que bem lá embaixo, no cantinho, encontro esse título que chamou minha atenção. Além da sinopse, duas coisas foram decisivas para minha compra. Primeiro, é de um autor chinês, até então só havia lido mangás chineses. Segundo, é uma obra censurada e a criatura aqui ama polêmica. De antemão posso antecipar que Deixe-me em paz me surpreendeu, de um livro “chulo” foi para uma obra profunda e cheia de frases que irei guardar.

Nome: Deixe-me em paz

Autor: Murong

Editora: Geração

Ano: 2014

Paginas: 320

Gênero: Drama e  Comédia.

Sinopse: Estamos em Chengdu, a quinta metrópole mais populosa da China moderna. Nessa cidade de contrastes vive Chen Zong, um gerente de vendas ambicioso que passa por uma crise: a mulher que ama está prestes a deixá-lo; na empresa há uma conspiração para arruiná-lo; e uma dívida alta ameaça levá-lo para a prisão. Para salvar-se, ele arma um plano para virar o jogo e, de quebra, ganhar muito dinheiro. Sabotagem, escândalos sexuais, corrupção e realidade estão reunidos nessa saga picante de um decadente, que foi censurada na China, tornou se sucesso internacional e agora chega ao Brasil.

Deixe-me em Paz é uma narrativa afiada, recheada de humor negro e sátiras do nosso cotidiano.  No começo do livro achei que seria uma história superficial, já que no inicio está cheia de palavrões, piadas de duplo sentido e sexo. Porém, ao permanecer firme e forte na leitura pude mudar drasticamente de opinião. Deixe-me em Paz é um livro realístico, aqui nosso principal de mocinho não tem nada. Tive momentos de raiva por algumas de suas atitudes, mas foram estas atitudes que o diferenciava dos típicos principais. Creio que Murong se daria muito bem com Machado de Assis, pois a visão de mundo deles são bem parecidas.

A proposta do livro é simples, retratar a transição da China Tradicional para a China Moderna, por meio do cotidiano de Chen Zong. A historia faz um paralelo na vida do protagonista no tempo atual, com sua vida passando por altos e baixos (mais baixos) e sua juventude, no qual ele relata seu tempo na faculdade. Assim como, em meio ao enredo o autor mostra como a sociedade vem se tornando corrupta e gananciosa. Sem ródeos, trás a exploração dos trabalhadores, além de criticar o ser humano que vem se tornando ou sempre foi, um ser imoral.

Não posso dizer que você seja uma boa pessoa, mas também não acho que seja complemente detetável – ela disse- Ainda há um resto de bondade ai dentro, e termo que no final seja você a sofrer.

De fato esse trecho acima é o que melhor descreve Chen Zong. Veja bem, o personagem não tinha qualquer escrúpulo, era machista, pervertido, ganancioso, corrupto… Porém, não era de fato detetável, parece que no momento que sua vida resolverá lhe “espancar”, um restinho de consciência surgiu. Assim como, acredito que esses defeitos o tornaram mais humano, bem mais realístico.  “Ah Letícia, tá defendendo personagem escroto agora!?”, calma não é bem assim, achei que boa parte do que acontecia com ele era merecido, mas ele conseguiu de alguma forma fazer com que tivesse empatia por ele.

Chen Zong agora está passando por um momento conturbado em sua vida. No trabalho a vaga que almejava foi ocupada pelo seu arqui-inimigo, Gordo Dong, um ser bajulador e manipulador. Devido a sua personalidade forte e sua falta de vergonha, Chen Zong não consegue esconder seu descontamento com o novo chefe. Além disso, a rixa entre os dois causa boas risadas, afinal era um golpe mais baixo que outro.

Passado oito anos, eu olhava para a foto sentido algo parecido com medo. Nunca acreditei em destino, mas a certa altura me peguei pensando sobre quem teria modificado as jovens vidas naquela foto. Quem teria nos divididos entre os que iriam viver e os que iriam morrer? Ou, ainda sentido dores na virilha, quem teria deixado Li Liang chutar minhas bolas?

Em contrapartida, temos os melhores amigos de Chen Zong, Li Liang e Cabeção. O primeiro é todo certinho e após investir na bolsa ganhou rios de dinheiro, já o outro é policial e possui uma verdadeira paixão pelo dinheiro. Gostei da amizades deles, já que é de longa data e um ajuda o outro quando necessário. Eles também faziam parte da juventude do principal, logo podemos acompanhar o desenvolvimento deles também.

Em 15 de setembro de 1991, tanto quanto me lembro, não havia guerra. Nenhum famoso morreu. Alguns bebês deixaram o útero e, voltando-se para o mundo, começaram a gritar alto. Nenhum sabia como a própria vida iria se desenrolar, mas dizia-se que eles eram todos espíritos do paraíso.

Para finalizar os acontecimentos na vida de Chen Zong, temos seu problema no casamento. Vamos dizer que Chen Zong não é dos maridos mais fieis do mundo e isso ele não nega a ninguém, somente para sua esposa Zhao Yue. Em uma pulada de cerca ele acaba engravidando “sem querer” a noiva de seu amigo. O impasse foi resolvido, mas isso não o impediu de trair de novo e dessa vez foi descoberto. Somente depois de perder a amada passa a ver o quanto a amava ou acreditava a amar. Assim como, por meio dos flashback podemos conhecer a historia de amor dos dois desde o começo.

Conclusão

Deixe-me em paz é um livro que surpreende a gente, nunca pensei que poderia tirar tantas frases boas para guardar. É aquela trama que te faz refletir sobre sua escolhas, sobre o que somos e como o tempo nos muda. Além disso, possui boas criticas a sociedade, com seu tom de ironia mostra o quanto estamos mesquinhos. Deixe-me em paz, toca em assuntos bastantes polêmicos, como corrupção, drogas e prostituição. Não é de admirar que tenha sido censurada, ainda assim, é uma boa leitura, principalmente se espera algo diferente do comum.

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19 anos com carinha de 15 e ossos de 80. Vivo me aventurando em historias fantasísticas, na qual uma hora sou uma tributo na outra sou uma mochileira das galaxias. Estudante de Artes Visuais, amo desenhar e escrever, meu sonho de princesa é ser quadrinista ou trabalhar na Pixar. No blog, compartilho minhas paixões por livros, filmes e doramas. O Meio Assimétrica, está repleto de surtos e desabafos sobre meu cotidiano... Convido você a conhecer mais sobre esse cantinho, então se aconchegue ai.

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7 Comments

Vickawaii novembro 14, 2017 at 2:35 am

Coisa boa ler um livro que a gente não conhece, né? Digo isso porque com a internet a gente sempre lê resenhas, busca ler os livros mais lidos, busca ler clássicos…Mas antes de eu me envolver mais com a “comunidade literária”, digamos assim, eu lia qualqueeeer coisa! Esse livro também me chamou atenção pela história e por ser de um escritor chinês, acho que nunca li nada da China. Valeu a indicação!

César Rezende novembro 12, 2017 at 2:30 pm

Eu sempre quis saber que tipo de livros circulam na China, porque honestamente não conheço NADA produzido lá, sem ser o (excelente) filme “Flores do Oriente”. Saber que esta obra foi censurada e entender melhor a história por sua resenha honestamente me deixou curioso. Acho que o fato de ter sido censurada é um sinal de que realmente dá pra espiar um pouco do estilo de vida cotidiano no país, em paralelo às influências Ocidentais que eles parecem filtrar tanto.

Tary Belmont novembro 11, 2017 at 9:36 pm

Só de ler que é “cheia de palavrões, piadas de duplo sentido e sexo” me faz ter interesse. Eu adoro esses livros realistas, onde o protagonista não é aquele overpower perfeito e sim uma pessoa normal xomo todos nós (ou no caso um canalha de dar raiva XD)

Bites!

Jade Amorim novembro 11, 2017 at 5:11 pm

Sabe que eu também nunca li um livro de autor chinês. Já li de diversos países, inclusive os vizinhos Japão e Coréia, mas essa seria uma nova experiência.
Fiquei interessada pelas lições que você citou que esse livro possui. Ótima resenha.

Beijos.

Diovana Vargas novembro 10, 2017 at 7:10 pm

Oi, nunca ouvi falar desse livro antes, achei muito interessante ser escrito por um autor chinês, sempre bom ler coisas diversificadas e de pessoas de outras culturas. Sempre agrega. É muito incrível a experiência de ler algo sem saber nada sobre, a gente se surpreende algumas vezes.

Enfim, boa sua resenha.
Beijos

Iza de Azevedo novembro 10, 2017 at 7:45 am

Oi Ana, nossa, esse é o tipo de livro que surpreende mesmo viu? O título me deixou com um pé atrás, pensei que ia se tratar de algum romance convencional sabe? Mas ao ler a sinopse e as coisas que você falou fiquei muito curiosa! Ele parece ser o tipo de livro com bastante ação e o fato de trabalhar o protagonista com tanta profundidade parece que vale a pena mesmo essa leitura! Ótima resenha e indicação.

Wakashimazu novembro 8, 2017 at 6:38 pm

Sei como é isso. Em 2011 atirei no escuro comprando “Yakuza Moon” só por ter Yakuza no nome. Na época eu estava facinado pelo jogo de PS2 e queria saber mais desse mundo. Acabei sabendo muito, nos altos e nos podres como a máfia poderia influenciar a vida dos envolvidos.

Indo ao artigo o início já estava me ganhando, contudo, aqui atingiu o coração:

“recheada de humor negro e sátiras do nosso cotidiano. No começo do livro achei que seria uma história superficial, já que no inicio está cheia de palavrões, piadas de duplo sentido e sexo.”

Deixarei para um longo futuro ler (a fila tá grande e leio devagar). Lendo sua resenha me deu sentimento de ter uma pegada do Yakuza e até de Souten no Ken. Existe máfia no meio da história e nos rolos do protagonista?

Ótimo texto.

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Ana Letícia, 19 anos nas costas, faço Artes Visuais no IFCE. Geek, Dorameira e Bookaholic, juntei esses três Hobbies para escrever nesse cantinho especial…

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