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  2. 10 Motivos para assistir Abnormal Summit
  3. 10 Dicas para fazer uma boa Resenha
  4. 3 Decepções Literárias
  5. 4 Clichês que nunca perdem a graça
  6. 5 Coisas que viciados em Livros já deve ter passado
  7. 5 Comédias Românticas Que Fogem aos Padrões
  8. 5 Doramas para te encher de Fofura
  9. 5 Filmes coreanos para assistir nas férias.
  10. 5 Filmes de Época para se apaixonar
  11. 5 Motivos para assistir Re: mind
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  13. 52 Filmes em 52 Semanas: Marathon
  14. 6 Motivos para ler Extraordinário
  15. 7 Motivos para se apaixonar por I’m Not a Robot
  16. Acabe com a Neura do Layout Perfeito
  17. Resenha: Alice – Boy From Wonderland
  18. Show do Asian Kung Fu Generation em Fortaleza ( Um Sonho Realizado)
  19. Resenha: As Travessuras de uma Sereia
  20. Blogagem Coletiva: 3 Top das Galáxias
  21. Blogagem Coletiva: O que aprendi com a minha mãe
  22. Bora economizar? Aprenda a usar o Cupom Válido.
  23. Cantores que você precisa conhecer
  24. Capitão Fantástico e O Palhaço – Dois Filmes para por no pontinho
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  27. Conheça a tocante historia de Com amor, Van Gogh.
  28. Conheça a Ilustradora Daieny Schuttz.
  29. Conheça nossa nova parceira a autora Nina Spim.
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  32. Dar para se amar sendo fora do Padrão, beleza?
  33. DEAN aquele cantor que todo mundo precisa escutar
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  40. Edição Econômica X Edição Normal – Qual vale a pena?
  41. Especial Dias das Mães: Indicação de Filmes
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  45. Fragmentos do Horror – Horror em forma de arte
  46. Guia: Doramas para Iniciantes – Parte 1
  47. Para que plagiar se pode encontrar imagens de graça?
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  49. Lápis de cor Leo&Leo valem a pena?
  50. Melhores e piores adaptações de Animes/Mangás.
  51. Minhas Próximas Leituras
  52. Moana: Um Mar de Aventuras
  53. O que 2017 me deixou?
  54. O que andei assistindo…
  55. O que andou acontecendo na minha vida nesse período.
  56. O que tem na minha estante? Minhas Capas favoritas.
  57. Resenha: O Lar das Crianças Peculiares
  58. Onde assistir Doramas? Os Melhores Fanbub’s e App’s para te ajudar.
  59. Passe a Sexta- Feira 13 com a Saga Uma Noite de Crime
  60. Por que é importante não ter medo de mudar?
  61. Porque a nova cara do clichê é tão necessária.
  62. Precisamos falar sobre a musica Instagram do DEAN
  63. Presence of the Almighty
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  65. Querido(a) Blogueiro(a), mais respeito pelo trabalho dos colegas.
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  70. Resenha: A Escolha
  71. Resenha: A Seleção
  72. Resenha: Achados e Perdido. – A Literatura pode mudar vidas.
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  77. Resenha: Caraval
  78. Resenha: Cart
  79. Resenha: A Casa Vazia
  80. Resenha: Chicago Typewriter
  81. Resenha: Circle
  82. Resenha: Corte de Espinhos e Rosas
  83. Resenha: Corte de Névoa e Fúria
  84. Resenha: Deixe-me Em Paz
  85. Resenha: El Bar
  86. Resenha: Em Algum Lugar nas Estrelas
  87. Resenha: Goblin – The Lonely and Great God
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  93. Resenha: Koe no Katachi / A Silent Voice
  94. Resenha: Las Chicas del Cable
  95. Resenha: Las Chicas del Cable – 2° Temporada
  96. Resenha: Liar Game versão Coreana
  97. Resenha: Lion – Uma Jornada Para Casa
  98. Resenha: A Longa Marcha
  99. Resenha: Lookout
  100. Resenha: Moon Lovers Scarlet Heart Ryeo
  101. Resenha: My Wife’s having an affair Week
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  103. Resenha: Nerve – Um Jogo Sem Regras
  104. Resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias
  105. Resenha: O Menino da Lista de Schindler
  106. Resenha: O Mínimo Para Viver
  107. Resenha: O Nevoeiro, mais uma decepção para lista.
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  109. Resenha: Oh My Venus
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  111. Resenha: Princess Hours Thai
  112. Resenha: Reportagem Exclusiva
  113. Resenha: Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal
  114. Resenha: Rotas de Fuga
  115. Resenha: Save Me
  116. Resenha: The Sound Of Your Heart
  117. Resenha: Stranger / Secret Forest
  118. Resenha: Stranger Things – 1° Temporada.
  119. Resenha: Strongest Deliveryman
  120. Resenha: Sukina Hito Ga Iru Koto
  121. Resenha: Tazza – Uma Cartada Mortal
  122. Resenha: The Villainess – A Vilã
  123. Resenha: Train to Busan – Invasão Zumbi
  124. Resenha: Valerian e a Cidade dos Mil Planetas
  125. Resenha: Weightlifting Fairy Kim Bok Joo
  126. Clube do Livro: Prince Of Thorns
  127. Review: Canetas Aquareladas Dual Art Marker. Foi paixão ou decepção?
  128. Serie: Alias Grace
  129. Resenha: Shining Inheritance – Meu Dorama Favorito
  130. Sonata em Punk Rock. Musica clássica ou Punk Rock, eis a questão.
  131. Tá na Crise? Como ser uma Bookaholic econômica.
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  138. Vale a pena ter um blog em 2018
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  140. Wishlist Literária – Janeiro
  141. Zeide: A Travessia de um Judeu entre nações e gerações
Conheça nossa nova parceira a autora Nina Spim.

Olá Girafinhas

Estava tão ocupada esses dias que nem anunciei que o Meio Assimétrica conseguiu fazer parceria com a autora Nina Spim e seu mais novo romance Rotas de Fuga. Antes de trazer a resenha do seu livro, resolvi fazer uma entrevista para que vocês conheçam um pouco mais sobre ela.  De antemão já posso garantir que Nina é um amorzinho de pessoa, foi bem atenciosa e simpática. (Adorei trabalhar contigo mulher ♥)

Rotas de Fuga 

 Seguir em frente é algo que Hollin ainda está descobrindo como fazer. De volta ao Brasil, depois de uma temporada na Inglaterra, ele precisa se adaptar à realidade de frequentar uma universidade, fazer amigos e conviver com a nova família de seu pai, assim como suavizar sentimentos inquietos de um passado ainda em aberto. Mesmo tão preso ao que o consome, reconhece emoções parecidas em Eleanor, uma colega que não revela muito ao mundo. Cada um com sua história a ser dividida, Hollin e Eleanor entendem que a morte e a vida podem ser aplicadas no amor, na confiança, na liberdade e na esperança.  Amazon: R$: 9,99

 

 

 

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1° Você sempre quis ser escritora? Qual foi sua maior motivação?

Quando criança, eu queria ser veterinária. Na adolescência, a partir dos 15 anos, percebi que gostava de escrever e me empenhava nas aulas de redação. Mas a real vontade de “querer ser escritora” só apareceu depois dos dezoito, porque percebi que era mesmo algo que gostava de fazer. Minha maior motivação foram os feedbacks da minha professora de redação, na época do ensino médio, e, depois, dos meus leitores de fanfics (quando comecei a publicar minhas histórias na internet).

 

2° Quando você decidiu que queria ser escritora, como foi a reação dos seus familiares? Eles encararam bem?

Isso nunca foi realmente anunciado. Mas, quando eles viram que eu passava muito tempo escrevendo (depois de ter pedido um notebook de aniversário aos 18 anos, ao invés de qualquer outra coisa), perceberam que eu tinha uma espécie de meta. Meu pai não me incentivava, achava que era perda de tempo, que eu deveria estar me dedicando ao vestibular e a uma vida “normal”. Mas minha mãe nunca se opôs.

 

3° Existe algum escritor (a) que você se inspira?

Na adolescência, eu gostava muito da Meg Cabot. Hoje, mais madura, tenho outras referências, em especial a Virginia Woolf, pois acredito que nossos estilos narrativos se parecem um pouco e porque a literatura dela é algo que, hoje em dia, eu não encontro com frequência – prosa poética e fluxos de consciência tendem a ser muito mal compreendidos pelo público nacional.

 

4° Quando surgiu a ideia de escrever Rotas de Fuga?

Meu personagem nasceu a partir de um texto que, inicialmente, era para ser postado no meu blog, mas gostei tanto dele que percebi que ele tinha potencial para ser algo bem maior do que imaginei.  Minha construção narrativa nunca parte de uma ideia, mas de um personagem, porque eu acredito que são os personagens que sustentam uma história, então, a ideia para o livro surgiu por causa do personagem.

 

5° Qual personagem de Rotas de Fuga você mais se identifica? Por quê?

Existe muito de mim no protagonista, porque meu objetivo com ele foi abordar a saúde mental, algo muito presente na minha vida. Mas todas as personagens carregam muito de mim. Depois do Hollin, eu me identifico muito com a Maria Luiza – a meia-irmã dele –, porque ela carrega uma poesia simbólica que existe muito em mim.

 

6° O que podemos esperar do enredo?

Eu posso dizer que essa história não pretende retratar a felicidade. Meu enredo não quer fugir da realidade, então, o leitor vai encontrar momentos muito humanos, de raiva, de tristeza, de angústia, mas também a outra face, a da esperança, da amizade, do poder das histórias compartilhadas.

 

7° Quais são seus “rituais” para começar a escrever uma história?

Com o passar do tempo, eu fui entendendo que quanto mais livre eu estiver me sentindo, melhor eu trabalho. Então, não acredito que tenho algum ritual. Eu sento e escrevo. Talvez seja um ritual? Hahahaha.

 

8° Já tem projetos futuros? Será que pode dar uma previa para a gente?

Tenho dois esboços encaminhados para dois novos romances, mas não tenho previsão de publicação, porque não quero me obrigar a escrever enquanto essas histórias não estiverem realmente precisando de mim. Posso adiantar que, assim como Rotas de fuga, são histórias que falam sobre saúde mental, sobre as coisas tristes e sobre o poder das relações humanas.

 

9° Até um certo tempo o cenário para escritores nacionais era bem complicado.Houve alguma mudança?

Acho que a “virada” do mercado editorial aconteceu a partir das plataformas digitais. Mas, se você investigar as vidas de autores nacionais (como, por exemplo, o Caio Fernando Abreu), você vai perceber que ser autor nunca foi realmente oficializado a partir de uma publicação impressa na forma clássica. Muitos autores se iniciaram publicando em jornais, em revistas e em folhetins. Hoje, a diferença é que existe um leque mais diversificado de plataformas de publicação.

 

10° Qual o seu conselho para aqueles que querem seguir esse caminho?

Escreva, mas sempre lembre que escrever também significa estudar, ler, ouvir e observar.

 

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19 anos com carinha de 15 e ossos de 80. Vivo me aventurando em historias fantasísticas, na qual uma hora sou uma tributo na outra sou uma mochileira das galaxias. Estudante de Artes Visuais, amo desenhar e escrever, meu sonho de princesa é ser quadrinista ou trabalhar na Pixar. No blog, compartilho minhas paixões por livros, filmes e doramas. O Meio Assimétrica, está repleto de surtos e desabafos sobre meu cotidiano... Convido você a conhecer mais sobre esse cantinho, então se aconchegue ai.

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