Olá Girafinhas. Chegou ao fim a primeira semana do desafio que havia comentado aqui e o tema dessa vez era Feminismo. O filme que escolhi foi As Sufragistas. Há tempos que o coloquei na lista, mas sempre faltava aquele incentivo a mais. Eis que o desafio caiu feito uma luva. As Sufragistas foi um misto de orgulho e emoção, gente vocês não tem noção do quanto me senti inspirada e orgulhosa dessas mulheres.

Nome: As Sufragistas

Diretora:Sarah Gavron

Roteirista:

País: Reino Unido

Ano: 2015

Duração: 1h45min

Gênero: Drama Histórico

Sinopse: No início do século XX, após décadas de manifestações pacíficas, as mulheres ainda não possuem o direito de voto no Reino Unido. Um grupo militante decide coordenar atos de insubordinação, quebrando vidraças e explodindo caixas de correio, para chamar a atenção dos políticos locais à causa. Maud Watts (Carey Mulligan), sem formação política, descobre o movimento e passa a cooperar com as novas feministas. Ela enfrenta grande pressão da polícia e dos familiares para voltar ao lar e se sujeitar à opressão masculina, mas decide que o combate pela igualdade de direitos merece alguns sacrifícios.

O filme As Sufragistas é baseado na historia real da luta feminina pelo direito ao voto no seculo passado. A trama aborda a vida limitada das mulheres naquela época e a busca pela igualdade de gênero. O filme tem um bom desenvolvido, logo que temos como principal Maud Watts uma mulher que não conhece o movimento. Dessa forma, vamos aprendendo junto com ela sobre a luta e motivação das sufragistas.

No século XX a vida das mulheres não eram nenhum mar de rosas. Seus direitos eram limitados, assim como trabalhavam mais para ganhar menos. No entanto, em meio a essas mulheres confirmadas com a vida que levavam, existiam aquelas que queriam um futuro melhor. As Sufragistas, eram militantes que lutavam por direitos iguais, ao começar pela revindicação ao voto. Maud Watts é apenas uma simples funcionaria que aos poucos começa a se envolver com as manifestantes.

Maud Watts é uma simples funcionaria de uma lavanderia. A jovem estava conformada com sua vida, afinal tinha um marido e um filho que amava. Maud acaba conhecendo Violet uma colega de trabalho que é  sufragista. No começo Maud não quer se envolver com o movimento, já que por causa das atividade ele era mal visto pelas pessoas. Porém, depois de alguns acontecimentos que abriram os olhos da personagem, passa a se envolver cada vez mais com a causa. Durante a trama, principalmente no inicio, vemos o dilema de Maud, logo que ela quer abraçar o movimento, mas ao mesmo tempo tem que ser uma boa mãe e dona de casa.

Ao mesmo tempo que acompanhamos o desenvolvimento da personagem Maud, podemos conhecer mais as outras sufragistas. Mulheres de diferentes status que se uniram pelo mesmo ideal. O movimento era visto com maus olhos pelo resto da sociedade, logo que as sufragistas estavam fazendo ataques agressivos. Porém, tudo isso veio em decorrência do descaso das pessoas quanto a causa. Logo que antes de quebrar leis, elas tentavam resolver de forma mais harmoniosa, porém o resultado vocês já sabem, né?

Li algumas criticas e vi que algumas pessoas falaram sobre o enquadramento que estava falho e também sobre a historia não ter sido bem aproveitada. Vou dizer o que penso, sobre o enquadramento concordo, dificultou um pouco o acompanhamento. Em compensação gostei da trilha sonora, que conseguiu dar mais emoção as cenas finais. Já sobre o aproveitamento da historia, acredito que As Sufragistas poderia ter explorada mais sobre o tema. Sinceramente, adorei o filme e achei a mensagem dele muito importante. Porém, tenho que concordar que dava para ter sido fenomenal se tivesse tomada uma direção mais ampliada.

Acho que vocês devem ter percebido que minha resenha saiu meio que nas pressas. Enfim, como tinha que cumpri com o prazo, acabou saindo assim. No futuro pretendo acrescentar mais coisas, ok?

18 anos de pura confusão e sedentarismo. Amo assistir filmes e sofrer por Doramas. Nas horas vagas adora ler e conferir uma serie nova na Netflix.

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