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Especial Dias das Mães: Indicação de Filmes

- Filme, Lovelist, Recomendação de Filmes

Feliz Dias das Mães

E ai? Já falaram para suas mães que a amam? Se não, não percam tempo, Girafinhas. Para esse dia especial, resolvi trazer umas indicações de Filmes que exaltam o que é ser mãe. E sim, tentei trazer algumas dicas pouco convencionais, porém espero que vocês gostem. Antes que vá ler o post, gostaria que dessem uma olhada nesse vídeo de baixo, é um dos MV mais lindo do Kpop e tem todo esse sentimento materno nele.

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Resenha: Nerve – Um Jogo Sem Regras

- Filme

Olá Girafinhas

Tudo bem? Ah, comigo sim, melhor agora. Desde que Nerve – Um Jogo Sem Regras estreou nos cinemas que tive curiosidade para conferir essa produção. Porém, com o tempo a vontade foi passando e acabei  deixando-o de lado. Essas semanas, com a criação de um Desafio na internet que todos já devem estarem manjados de saberem, A Baleia Azul, a vontade ressurgiu. Para completar, Netflix pareceu ler a minha mente, já que há poucos dias tinham disponibilizado o filme. Enfim, o que posso falar de antemão é que faz jus aos elogios e merece sim, algumas das pequenas críticas.

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Resenha: Pandora

- Filme

Olá Girafinhas

Faz um certo tempo que assistir Pandora, mas acabou que dei prioridade para a Resenha de Tazza 2. Enfim, antes tarde do que nunca. É até difícil falar de Pandora, pois embora tenha uma temática diferente, é um filme que os elementos não se destacam.  A produção estar longe de ser ruim, porém deixou aquela sensação de faltar algo.

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Resenha: Tazza – Uma Cartada Mortal

- Filme

Olá Girafinhas

Embora tenha assistido Tazza – Uma Cartada Mortal hoje a tarde, resolvi trazer essa Resenha como prioridade, para aproveitar a minha empolgação em relação a ele. Comecei a história como quem não quer nada e acabei envolvida com a trama. Sabe, quando estamos tão vidrados em uma história que nem conseguimos desgrudar o olhar da tela? Nem me lembro mais a ultima vez que fiquei tão envolvida com um filme da mesma forma que fiquei com Tazza.

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Resenha: Reportagem Exclusiva

- Filme

Olá Girafinhas

Esses dias fiquei tão viciada na Netflix, que acabei acumulando resenhas e estou meio louca me programando para postar-las. Enfim… Vou falar de Reportagem Exclusiva ou melhor dizendo The Exclusive, um filme com Jo Jung Suk, um dos meus queridinho, inclusive tenho a resenha de outro filme dele Aqui. Espero que gostem da resenha.

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Resenha: Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal

- Filme

Olá Girafinhas, tudo bom?

Vou aproveitar esse feriadão para atualizar o blog…Enfim, quando dei uma olhada na minha enorme lista de filmes, vi que tinha o Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal. Tanto o nome, quanto a capa me chamaram bastante atenção e logo fui assisti as cegas. É um filme leve e divertido, que acabou entrando na minha lista de Comédias Românticas favoritas. 

Nome: Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal
Diretora: Letícia Dolera
Ano: 2015
Duração: 1h30min
País: Espanha
Gênero: Comédia Romântica
Sinopse: Maria tem 30 anos, é uma pessoa peculiar e tem um objetivo: se tornar uma pessoa normal. Mas antes de tudo ela deve descobrir o que é exatamente isso. Que tipo de pessoa que ela é? Ela é uma pessoa normal? O que exatamente isso significa? Essa questão é mais profunda em sua mente. Depois que ela lista todos os requisitos, ela se propõe alcançá-los. Nesse percurso ela vai encontrar a ajuda de seu irmão, Alex, um rapaz de 25 anos com problemas mentais e que atinge todas as necessidades da lista. Ela conhece Borja, um garoto obcecado com dietas e perder peso. Eles vão fazer um pacto curioso: ela o ajuda a viver uma vida ativa e saudável, e ele a ajuda a encontrar seu objetivo: se tornar uma pessoa normal.

Depois que terminei 13 Reasons Why (Confira a Resenha Aquiprecisava assistir um filme leve para relaxar e acabou que Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal caiu feito uma luva. Um enredo simples e divertido, a história pode não ter grandes revelações, porém tem uma trama cativante e prazerosa de se acompanhar. Os personagens fogem dos padrões e a narrativa segue seus esforços para serem normais, até perceberem que não precisam disso para serem felizes.  

Pelo fato dos personagens não seguirem os padrões das comédias românticas, fica mais fácil de nos identificamos com eles. Logo que, são pessoas “comuns” que sofrem com os dilemas da vida, seja por quererem aceitação seja pela busca da falsa felicidade. Embora, a historia foque mais no desenvolvimento de Maria, o romance não deixou a desejar, pois a dupla é bem shippavel. 

Para você, o que é ser normal? Maria é uma mulher de 30 anos, desempregada e que precisa voltar a morar com a mãe. Enquanto, estava em uma entrevista de emprego, ela acaba criando os requisitos para ser normal. Ao perceber que não os atende, faz uma lista para tentar segui-los. Ela acaba conhecendo por a caso, Borja, um homem fora de forma que procura emagrecer. Os dois acabam fazendo um trata, Maria o ajudaria emagrecer, em troca Borja lhe ajudaria com a lista.

Após fracassar em mais uma entrevista de emprego e ser despejada. Maria, volta para a casa da mãe e cria uma lista de requisitos para ser uma pessoa normal. A principal, é uma personagem bem peculiar e por causa dessa peculiaridade que tanto gostei dela. Maria, não possui amigos e tem um relacionamento complicado com a mãe. Assim como, tem uma boa amizade com o irmão mais novo, que atende boa parte dos requisitos. Acompanhar o desenvolvimento da personagem foi divertido, haja visto que se enquadrar não é uma tarefa muito fácil.

 

Ela acaba conhecendo, Borja, um gordinho simpático que procura emagrecer. Os dois acabam fazendo um tratar, no qual ela o ajuda a emagrecer e em troca ele lhe ajuda a ser normal. Borja faz uma dupla perfeita com a nossa principal. Ele trabalha na mesma empresa que o irmão de Maria e os dois se conheceram quando ela procurava uma lampada para seu abajur. Só depois de se esbarrarem em uma biblioteca, que ambos fizeram o trato. Borja, é uma cara simpático e divertido, que tem problema quanto ao seu peso. Por isso, vive entrando e saindo de dietas para emagrecer. 

A história pode não ter tido grandes acontecimentos e ter um final um tanto previsível, porém o seu desenvolvimento foi gostoso de se acompanhar. A maneira como ele fugiu dos padrões, trazendo personagens tão diferentes e cativantes, foi um dos motivos para ter gostado tanto. O romance teve um desenvolvimento simples. Começou com uma cumplicidade e uma amizade invejável, até perceberem o que sentiam um pelo outro. Em meio a esse percurso, teve cenas divertidas e um tanto “fofas”.

Conclusão

Requisitos Para Ser Uma Pessoa Normal é uma história leve e divertida de se assistir. Um filme para desestressar  e curte as noites de sábado ou porque não, o feriado? Possui personagens cativantes e divertidos que com certeza irão lhe conquistar.

 

Moana: Um Mar de Aventuras

- Filme

Olá Girafinhas. Como vocês estão? Eu? Estou me curando de uma gripe que estragou qualquer descanso do carnaval. Mudando um pouco de assunto. Não acredito que demorei tanto para assistir Moana, na verdade nem iria ver-lo nesse dias, mas minha irmã pediu para ver comigo. Esse filme foi uma surpresa boa e estou até agora deslumbrada com a fotografia da produção.

Título: Moana: Um Mar de Aventuras
Diretores:John Musker, Ron Clements
Ano: 2017
Duração: 1h47min
País: EUA
Gênero: Animação, Aventura, Família
Sinopse: Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.

A cada produção da Disney me cativo mais pelo estúdio. Principalmente pela maneira como ele se modernizou, fugindo dos padrões e trazendo personagens que representam uma minoria. Em Moana, a produção explorar uma cultura exótica, com personagens fora dos padrões. Fica até difícil numerar o que gostei nesse filme, pois foram tantas coisas, porém tentarei. Inicialmente, a fotografia, por se tratar de um cenário tropical, era impossível não ficar deslumbrado com a vista do mar. Além disso, a personagem principal era tão independente e corajosa. Moana podia ter auxilio do Maui, mas não ficava esperando ser salva por ele. 

Não sou chegada a musicais, mas posso dizer que gostei das musicas tocadas no decorrer da trama. Assim como, amei aquela mensagem de que não devemos desistir dos nossos sonhos. Sei que é uma mensagem bem comum, mas é sempre necessária. Fora que fui contagiada pelo espirito de aventura e embora seja uma narrativa simples, fiquei envolvida com a trama. 

Moana Waialiki é filha do chefe de uma tribo e logo se tornaria sua sucessora. A garota desde pequena tinha um certo fascínio pelo mar e queria se aventurar por ele. Porém seu  desejo era interrompido pelo pai que para protege-la a proibia de se aproximar do oceano.  A vó de Moana, dividia o amor pelo mar com a neta e lhe contava lendas sobre Deuses e Semi-Deuses. Uma das lendas falava sobre Maui um Semi-Deus audacioso que roubou o coração da Deusas da criação, Te Titi. Porém, perdeu o coração quando teve que enfrentar Te Ka, além de perder o seu poderoso anzol que lhe dava o poder de mudar de forma.  Além disso, como consequência de sua ação, espalhou a destruição do mundo.  No entanto, Moana , agora crescida, descobre que foi escolhida pelo mar para reencontrar Maui e devolver o coração para Te Titi. 

O que falar de uma personagem que gostei tanto? Moana sempre teve aquela vontade de se aventurar além dos corais, mas essa vontade foi silenciada pela proteção do seu pai. Até que nossa mocinha foi escolhida pelo mar para devolver o coração para Te Tite e restaurar a vida. Mesmo nunca tendo navegado na vida, não deu o braço a torcer e com muita coragem embarcou na aventura. Moana é independente, forte e destemida, encarava os problemas sem fraquejar. 

O semi-deus Maui é um personagem narcisista e arrogante. Porém, no decorrer da historia podemos conhecer-lo melhor e saber sua origem. Ele não levava a sério a Moana, mas logo fica convencido de ela é uma verdadeira heroína. Gostei do fato na historia não ter ido para o romance e sim na linha da amizade, pois já estou saturada disso nos filmes. A cumplicidade foi bem explorada e os dois puderam ajudar um ao outro.

Moana também não seguiu a linha humorada, tirando algumas cenas engraçadas com o galinho, o humor acabou por segundo plano. Agora assim, o espirito de aventura foi contagiante. Toda jornada dos principais e a maneira como enfrentaram tudo, foi bem desenvolvidos. E quando terminamos ficamos com aquela saudade. 

Conclusão

Moana é um filme que foge dos padrões e nos trás uma heroína forte e independente. Uma produção que não tem apenas uma fotografia maravilhosa como uma seleção de musicas incríveis. Olha que não sou chegada a musicais, pois acho que quebram a narrativa, mas em Moana não senti isso. Além disso, foi contagiada pelo espirito de aventura e gostei da maneira como a protagonista enfrentou os desafios. 

Nota

 

Resenha: Hyung

- Filme
 

É com tremada empolgação que faço a resenha de um dos filmes mais esperado por mim,  já estava feito louca procurando em vários fansub até que finalmente consegui encontrar uma alma caridosa que o legendou. Assisti Hyung apenas para dar boas risadas, mas acabei por me emocionar com esse filme tão bonito e ao mesmo tempo divertido.

 

Nome: Hyung/ My Annoying Bother
Diretor: Kwon Soo Kyung
País: Coreia do Sul
Ano: 2016
Duração: 1h50min
Gênero: Comédia, Esporte e Drama.
Sinopse: Dooshik recebe um ano de liberdade condicional sob o pretexto de cuidar de Dooyoung, que tornou-se cego em uma manhã. Seu irmão mais velho sem-vergonha, com quem completamente cortou contato por quinze anos, é a última pessoa que Dooyoung pensa como um tutor e seu retorno para casa só criará uma confusão maior nas coisas.

 

 
Hyung trás de uma forma humorada a reconstrução do vinculo entre irmãos e a superação de obstáculos. A historia começa de uma maneira acelerada e vai perdendo velocidade até chegar em um desenvolvimento lento, o que não afetou de maneira nenhuma o enredo, pois desse jeito conseguimos conhecer melhor os irmãos e ver como o sentimento de amizade cresce entre eles. Mesmo estando acostumada com o drama em produções coreanas, ainda assim, fui pega de surpresa pelo desfecho de Hyung,  terminei o filme com aquele nó na garganta e com aquela lição para guardar.
 
A narrativa foi simples, sem muitos personagens que ganharam destaque, acredito que por essa simplicidade que gostei tanto da historia. Além disso, os personagens são cativantes e não digo isso, apenas porque sou fã do elenco, mas porque cada um tinha seu carisma. Porém tenho dever de dizer, que embora tenha adorado o filme, pelo fato de ter um desenvolvimento lento não me senti tão envolvida com a trama em alguns momentos e por esse motivo Hyung pode não ser tão especial para outros como foi para mim. O final foi simplesmente lindo e emocionante, valeu cada minuto de filme.
 

Dooshik é um vigarista que usa da imagem de bonzinho arrependido para conseguir a simpatia dos policiais. Ao descobri que seu irmão mais novo perdeu a visão, aproveita a oportunidade para pedir liberdade condicional com o pretexto de que irá cuidar de seu irmãozinho. Porém a realidade é bem diferente, ao chegar em casa pouco se importa com a situação dele, além de tentar conseguir ganhar por cima dos benefícios de deficientes. Como nem tudo são flores, logo Dooshik quebra a cara ao descobri que precisa no minimo manter as aparências de cuidador para  continuar livres.

 
 
Esse com certeza foi um dos meus favoritos. No começo senti uma certa raiva pela maneira como ele era desleixado em relação ao irmão, mas tenho que confessar que sua cara de pau me conquistou aos poucos. Na medida que vai convivendo com Dooyoung e percebendo que a sua ausência tinha prejudicado a família, ele cai na real e ver que precisa mudar. Além disso, acontece uma reviravolta que faz com que aprenda a dar valor aos momentos com o irmão. Esse personagem foi bem engraçado, principalmente quando tenta dar uma de santinho, fora que a maneira que se portava como responsável….
 
Dooyoung é um jovem atleta de judô que em meio a uma competição perdeu a visão.  Não conseguindo se adaptar a sua nova realidade, desistiu do esporte e se manteve solitário dentro de casa. Guarda rancor do seu irmão mais velho, pois Dooshik havia saído de casa sem dar noticias, o que deixou a família sempre a sua espera, por isso de todas as pessoas possíveis, ele não esperava reencontra-lo e ainda mais como tutor.
 
A cada papel de KyungSoo me surpreendo mais com sua naturalidade em atuar. Dooyoung era reservado no começo, pois ainda tinha aquele preconceito com sua nova deficiente, era como se ele recusasse a ser cego, além disso não queria ajuda de ninguém, apenas desejava ficar sozinho em casa e esquecido do resto do mundo. Com a vinda indesejada do irmão, aos poucos com a convivência um pouco turbulenta, ele passa aceitar a vida e começa a se adaptando melhor sua realidade, além de participar das Paraolimpíadas do Brasil, sim nosso país participou do filme (rsrs)
 

Personagens Secundários

Embora houvessem poucos personagens secundários, eles foram bem trabalhado na historia e tinham um papel importante na trama. Primeiro temos a personagem de Park Shin Hye,  Lee Soo Hyun, era treinadora de Dooyoung e quando o rapaz perdeu a visão tentava dar o apoio, além de tentar convence-lo a voltar para o esporte como atleta Paraolímpico. Além dela temos Dae Chang um trambiqueiro que tinha certa desavença com Dooshik, mas os dois acabaram virando amigos e tenho que concordar que essa duplinha rendeu boas risadas.

Falar de Hyung e não falar sobre a amizade dos dois é quase que imperdoável. Como havia dito, existia uma magoa que separava os dois e a medida que vão tentando se entender, aquele vinculo entre irmãos é restaurado. Gostei do desenvolvimento da amizade entre os dois, pois são personalidades totalmente diferentes, mas um necessitava do outro para encontrar o seu melhor.

Conclusão 

Hyung é um filme para ver junto com seu irmão, dar umas boas risadas e se emocionar com o desfecho simples e bonito. A historia segue em um ritmo lento e de uma forma que possamos conhecer melhor os personagens que são cativantes, além disso os poucos personagens secundários são bem aproveitados, tendo um papel significativo na trama. Enfim, é um filme que você tem que dar uma conferida.

Onde ver
 
 

Resenha: As Travessuras de uma Sereia

- Filme

Enquanto vagava a procura de um filme na Netflix, me deparei com esse título engraçadinho, logo não pude deixar de olhar. Sabe, tenho um certo problema com produções chinesas, pois são um tanto dramáticas e quase sempre termino na bad, por isso foi interessante ver uma comédia pastelão, porém devo alertar que tem um tantinho assim de drama, mas que passa despercebido por meio de tantas cenas toscas que acabam sendo tão toscas que rimos para caramba.

Nome: As Travessuras de uma Sereia
Diretor: Stepehen Chow
País: China
Ano: 2016
Duração: 1h33min
Gênero: Comédia, Romance e Fantasia
Sinopse: Um projeto liderado por Liu Xuan, envolvendo a recuperação do mar, ameaça a existência das sereias. Uma delas é Shan, que preparada para se disfarçar entre os humanos, é despachada para impedir tal realização, mas acaba se apaixonando. Porém, quando Xuan planeja parar o seu projeto, Shan e as outras sereias são caçadas por uma organização oculta que pode exterminá-las.

Se espera um filme com um roteiro bem construído e efeitos especiais de cai o queixo…Acho melhor mudar de post. As Travessuras de uma Sereia pode não tem nenhuma dessas duas coisas, mesmo assim ainda consegui gostar dele, o roteiro não é nenhum merecedor do Oscar ou coisa parecida, mas ele conseguiu ao mesmo tempo em que nos fazer ri com algumas besteiras, nos conscientizar sobre o meio ambiente. Além disso, devo alertar que os efeitos especiais deixaram muito a desejar, mas temos de relevar, haja visto que se trata de uma comédia pastelão.

As Travessuras de uma Sereia é aquele filme para ver a noite e dar boas gargalhadas. Para ser sincera, como havia dito, o roteiro não foi aprofundado, seria legal conhecer melhor os personagens e mais da historia dos mesmos. A produção trás uma quase singela crítica ao capitalismo e como isso afeta o meio ambiente, gostei deles terem feito as sereias buscarem uma forma de se defender ou melhor de se vingar do empresário que liderou o projeto. Acredito que foi uma boa tacada terem mostrado como os peixes são capturados através das sereias, pois assim o sentimento de empatia foi mais sentido.Liu Xuan é um empresario bem sucedido que estar liderando mais um projeto de sucesso. Por conta disso, sua equipe colocou um sonar no mar com o intuito de afastar os golfinhos, mas o que não sabia era que o sonar era tão poderoso que destruía a vida marinha. Entre as especies afetadas, as serias elaboraram um plano para matar Liu Xuan  e assim conseguirem o mar de volta. O plano delas, envolvia Shan, uma sereia jovem e bonita que precisa seduzi-lo e atraí-lo para o esconderijo das demais, não precisa dizer o que elas querem fazer lá?

Como era de se esperar os dois se apaixonam e Shan não sabe o que fazer, se escolher o lado das sereias o seu amado morre, se escolher o lado de Liu Xuan seus amigos serão extintos. Pois bem, o romance não foi bem tipico de comédias românticas, por incrível que pareça, eles conseguiram fazer o encontro do casal e até a forma como eles se apaixonaram de um jeito mais por lado humorístico.  

Shan é uma garota ou melhor dizendo, sereia, que é bem otimista e até um pouco ingenua, teve sua calda modificada para  entrar nos sapatos e facilitar na hora de se infiltrar entre os humanos. Seu jeito único e humilde, fez com que Liu Xuan criassem interesse por ela. Já o mocinho, é um jovem milionário rodeado de mulheres interesseiras, quando criança era pobre, por isso agora bem sucedido não pensa duas vezes antes de esbanjar fortuna, para esquecer seu passado.

 

As sereias, embora não tivessem tanto destaque na trama, tiveram o papel de nos alertar sobre a poluição marinha e como isso afeta a vida dos animais que vivem no mar. Como havia dito, achei muito legal, a forma de como usaram as sereias para retratar o que os animais marinhos passam, haja visto que até mesmo para os mentes fechadas é quase que impossível não sentir empatia, justo por serem semelhantes a nos. Infelizmente, as sereias não tiveram tanto foco, pois não conseguimos conhecer melhor cada uma, somente Shan e o meio povo e meio homem (já, já falo dele) tiveram mais destaque.

Isso era para ser uma sereia

O filme tem uma pegada bem humorista e  o seu humor é tão sem noção e até tosco que é quase impossível não ri com algumas cenas.  Um dos personagens que mais me rendeu risadas na trama foi o meio homem e meio polvo, que não me lembro se ele tem nome (rsrs), enfim ele que estava liderando as sereias e arquitetou todo o plano, não precisa nem dizer que ele odiava Liu Xuan.

Conclusão

 

As travessuras de uma Sereia é uma historia engraçada e que ao mesmo tempo tenta nos conscientizar sobre a poluição do meio ambiente. Acho que já disse tudo que senti na resenha, mas enfim, o filme tem um desenvolvimento rápido e boas cenas humorísticas, boa opção para quem procura passar o tempo. O final tem cenas um pouco forte e até tristes, mas fique tranquilo, pois será feliz.

 

 

 

 

 

 

Resenha: Circle

- Filme


Estou passando por um bloqueio criativo daqueles, logo por mais que eu tenha o que postar, não consigo escrever, por isso que o blog perdeu a frequência de postagens, mas acho que esses três dias serviram para dar uma descansada e quem sabe voltar com tudo? Enfim, enquanto estava passando por esse probleminha, decidi assisti um filme, lembrei então que tinha lido uma resenha elogiando Circle e foi com ele que passei a tarde de ontem. Para ser sincera, o filme tem uma boa historia, mas por mais que tente gostar do final…

Título: Circle
Diretores: Aaron Hann e Mario Miscione
Ano: 2015
País: EUA
Duração: 86min
Gênero: Suspense e Drama
Nota: 7,5
Sinopse: 50 estranhos acordam e se veem presos numa misteriosa e enorme câmara, sem nenhuma lembrança
de como chegaram lá. Organizados em um grande círculo e incapaz de se moverem, eles rapidamente descobrem que a cada dois minutos um deles deve morrer, executado por um estranho aparelho no centro da sala. A princípio, os ataques parecem aleatórios, mas logo os estranhos perceber que, como um grupo, têm o poder de decidir quem será o próximo a ser morto. Mas como eles escolhem quem merece morrer? E o que acontecerá quando restar apenas uma pessoa?

 

O filme se passa em apenas um cenário e os personagens não podem se mexer, logo Circle foi capaz de prender a atenção apenas com seus diálogos que poem questões sociais em pauta. Gosto de historias de sobrevivência, pois nelas podemos ver  a verdadeira natureza do homem quando sua vida estar em risco e nesse enredo não é diferente, pois haviam pessoas que procuravam qualquer defeito no próximo para escapar da berlinda, assim como existia outros que se sacrificavam afim de ganhar tempo para os outros resolveram o enigma. Além disso, ele segue aquela linha “Pouco é mais” e essa simplicidade o tornou interessante.

Devido a sua diversidade em personagens, Circle trás discussões sobre temas persistentes como racismo, homofobia, xenofobia, entre outros preconceitos do nosso cotidiano, desse modo, o roteiro não teve medo de expor o lado obscuro da nossa sociedade. No entanto, fiquei bastante frustada com o seu término e por mais que eu tentei reconsiderar sobre o final, não consigo, já li algumas teorias sobre o desfecho da história, mas eu tenho problemas com finais em aberto, pois pelo menos para mim, sempre fica aquela sensação de alguma coisa faltando.

Como no filme não tem personagem principal, qualquer pessoa entre as 50 poderia sair viva no final e isso foi muito legal, pois qualquer um poderia morrer, fazendo com que o final fosse inesperado. Certo que em meio a tantas pessoas, existiam os que se destacavam mais e aqueles que acabávamos  por torcer. A historia não tem um começo especifico, as pessoas já estão lá e não tem ninguém para explicar o que estar acontecendo ou como funcionava a escolha de quem iria morrer.

Até que chegassem em uma conclusão de que é por meio de votação, algumas pessoas são mortas aleatoriamente. O modo em que eles vão votando foi mudando de acordo que o tempo foi passando e os personagens foram se conhecendo melhor, logo era preciso ter a simpatia dos outros ou lábia o bastante para tirar a corda do pescoço e colocar-la no seu vizinho.

Cada personagem representa um grupo social e foi a primeira vez que vi tanta variedade em um só filme e foi bastante interessante ver-los discutir sobre quem deveria viver. Além disso, na medida que a historia segue, as pessoas no circulo, acabam formando alianças para se manterem a salvo até que resolvam o mistério, logo quando dei por mim, a sala estava dividida em duas. Os dois alvos principais de um dos lados, era uma criança e uma mulher grávida, já o outro lado buscava proteger-las.

O fato de ter uma menina e uma gravida, me fez pensar, “Será que teria coragem de matar-las para viver?” e seria até uma baita de uma hipocrisia se dissesse agora que Não, pois não sei se meu instinto de sobrevivência falaria mais alto, desse modo não posso dar uma resposta sincera até que esse dia chegue (Espero que nunca), logo não consigo julgar o grupo que optou por ter-las como alvo principal, como também todos ali, pois convenhamos todo mundo queria viver, certo que tinha uns que pelo amor de Deus, que pessoas de mente fechada e preconceituosas, dava até um alivio quando eles morriam.

Conclusão
 
 

Circle é um filme que se sustenta a base de seu bom dialogo, por isso não espere grandes acontecimentos, pois o especial no roteiro é sua simplicidade. Recomendo-o para quem gostar desse estilo de historia, pois ele conhece abordar de uma forma diferente a temática de sobrevivência, além de não ter um principal, o que nos deixa livres para escolher o nosso favorito. Porém, não aconselho a pessoas que não gostam de filmes minimalistas ou de finais em aberto, pois como havia dito, Circle dar aquela sensação de sem final, embora tenha uma explicação para isso, pois um circulo não tem começo e nem fim, por isso que da mesma forma que não temos um começo, também não temos um final explicadinho.

 
Onde ver
 
Netflix