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Olá Girafinhas.

Não estava planejando postar esse filme hoje, mas The Battleship Island me encheu de emoção e inspiração, por isso vim correndo trazer essa resenha. Não escondo de ninguém que gosta da história das Coreias, principalmente a tão terrível, Ocupação Japonesa.  O filme foca na escravidão dos coreanos nas minas  de Hashima, tida hoje como ilha fantasma. A trama promete te prender e emocionar, bora conferi ?

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Resenha: Alice – Boy From Wonderland

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Olá Girafinhas

Sempre fui fã de adaptações e já fazia um tempo que estava flertando com esse filme, Alice: Boy From Wonderland, mas no Viki não estava acessível. Enquanto vasculhava o Kingdom Fansub, acabei por encontra-lo e assim que tive oportunidade fui assistir. De antemão posso adiantar que o filme tem um começo bastante confuso, já que mesclar sonho e realidade. Não sei se é por meio dessa confusão, mas acabamos ficando curiosos para saber como a história irá se desenrolar e não tem a menor chance de você resolver o mistério antes da revelação. (Vai por mim)

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Resenha: A Casa Vazia

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Olá Girafinhas

 

Acabei literalmente de terminar A Casa Vazia, um clássico do Cinema sul coreano que me deixou simplesmente sem palavras. Acho que foram pouquíssimas vezes que me senti incapacitada de falar de uma produção. Como se o que irei escrever fosse nem a metade do que este filme é. Enquanto pesquisava informações para colocar no post, encontrei uma frase que o descreveu perfeitamente, “Ele dar voz ao silencio”.

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Resenha: Pandora

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Olá Girafinhas

Faz um certo tempo que assistir Pandora, mas acabou que dei prioridade para a Resenha de Tazza 2. Enfim, antes tarde do que nunca. É até difícil falar de Pandora, pois embora tenha uma temática diferente, é um filme que os elementos não se destacam.  A produção estar longe de ser ruim, porém deixou aquela sensação de faltar algo.

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Resenha: Tazza – Uma Cartada Mortal

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Olá Girafinhas

Embora tenha assistido Tazza – Uma Cartada Mortal hoje a tarde, resolvi trazer essa Resenha como prioridade, para aproveitar a minha empolgação em relação a ele. Comecei a história como quem não quer nada e acabei envolvida com a trama. Sabe, quando estamos tão vidrados em uma história que nem conseguimos desgrudar o olhar da tela? Nem me lembro mais a ultima vez que fiquei tão envolvida com um filme da mesma forma que fiquei com Tazza.

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Resenha: Reportagem Exclusiva

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Olá Girafinhas

Esses dias fiquei tão viciada na Netflix, que acabei acumulando resenhas e estou meio louca me programando para postar-las. Enfim… Vou falar de Reportagem Exclusiva ou melhor dizendo The Exclusive, um filme com Jo Jung Suk, um dos meus queridinho, inclusive tenho a resenha de outro filme dele Aqui. Espero que gostem da resenha.

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Resenha: Hyung

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É com tremada empolgação que faço a resenha de um dos filmes mais esperado por mim,  já estava feito louca procurando em vários fansub até que finalmente consegui encontrar uma alma caridosa que o legendou.  Assisti Hyung apenas para dar boas risadas, mas acabei por me emocionar com esse filme tão bonito e ao mesmo tempo divertido.

 

Nome: Hyung/ My Annoying Bother
Diretor: Kwon Soo Kyung
País: Coreia do Sul
Ano: 2016
Duração: 1h50min
Gênero: Comédia, Esporte e Drama.
Sinopse: Dooshik recebe um ano de liberdade condicional sob o pretexto de cuidar de Dooyoung, que tornou-se cego em uma manhã. Seu irmão mais velho sem-vergonha, com quem completamente cortou contato por quinze anos, é a última pessoa que Dooyoung pensa como um tutor e seu retorno para casa só criará uma confusão maior nas coisas.

Hyung trás de uma forma humorada a reconstrução do vinculo entre irmãos e a superação de obstáculos. A historia começa de uma maneira acelerada e vai perdendo velocidade até chegar em um desenvolvimento lento, o que não afetou de maneira nenhuma o enredo, pois desse jeito conseguimos conhecer melhor os irmãos e ver como o sentimento de amizade cresce entre eles. Mesmo estando acostumada com o drama em produções coreanas, ainda assim, fui pega de surpresa pelo desfecho de Hyung,  terminei o filme com aquele nó na garganta e com aquela lição para guardar.
A narrativa foi simples, sem muitos personagens que ganharam destaque, acredito que por essa simplicidade que gostei tanto da historia. Além disso, os personagens são cativantes e não digo isso, apenas porque sou fã do elenco, mas porque cada um tinha seu carisma. Porém tenho dever de dizer, que embora tenha adorado o filme, pelo fato de ter um desenvolvimento lento não me senti tão envolvida com a trama em alguns momentos e por esse motivo Hyung pode não ser tão especial para outros como foi para mim. O final foi simplesmente lindo e emocionante, valeu cada minuto de filme.
 

Dooshik é um vigarista que usa da imagem de bonzinho arrependido para conseguir a simpatia dos policiais. Ao descobri que seu irmão mais novo perdeu a visão, aproveita a oportunidade para pedir liberdade condicional com o pretexto de que irá cuidar de seu irmãozinho. Porém a realidade é bem diferente, ao chegar em casa pouco se importa com a situação dele, além de tentar conseguir ganhar por cima dos benefícios de deficientes. Como nem tudo são flores, logo Dooshik quebra a cara ao descobri que precisa no minimo manter as aparências de cuidador para  continuar livres.

Esse com certeza foi um dos meus favoritos. No começo senti uma certa raiva pela maneira como ele era desleixado em relação ao irmão, mas tenho que confessar que sua cara de pau me conquistou aos poucos. Na medida que vai convivendo com Dooyoung e percebendo que a sua ausência tinha prejudicado a família, ele cai na real e ver que precisa mudar. Além disso, acontece uma reviravolta que faz com que aprenda a dar valor aos momentos com o irmão. Esse personagem foi bem engraçado, principalmente quando tenta dar uma de santinho, fora que a maneira que se portava como responsável….
Dooyoung é um jovem atleta de judô que em meio a uma competição perdeu a visão.  Não conseguindo se adaptar a sua nova realidade, desistiu do esporte e se manteve solitário dentro de casa. Guarda rancor do seu irmão mais velho, pois Dooshik havia saído de casa sem dar noticias, o que deixou a família sempre a sua espera, por isso de todas as pessoas possíveis, ele não esperava reencontra-lo e ainda mais como tutor.
A cada papel de KyungSoo me surpreendo mais com sua naturalidade em atuar. Dooyoung era reservado no começo, pois ainda tinha aquele preconceito com sua nova deficiente, era como se ele recusasse a ser cego, além disso não queria ajuda de ninguém, apenas desejava ficar sozinho em casa e esquecido do resto do mundo. Com a vinda indesejada do irmão, aos poucos com a convivência um pouco turbulenta, ele passa aceitar a vida e começa a se adaptando melhor sua realidade, além de participar das Paraolimpíadas do Brasil, sim nosso país participou do filme (rsrs)

Personagens Secundários

 

Embora houvessem poucos personagens secundários, eles foram bem trabalhado na historia e tinham um papel importante na trama. Primeiro temos a personagem de Park Shin Hye,  Lee Soo Hyun, era treinadora de Dooyoung e quando o rapaz perdeu a visão tentava dar o apoio, além de tentar convence-lo a voltar para o esporte como atleta Paraolímpico. Além dela temos Dae Chang um trambiqueiro que tinha certa desavença com Dooshik, mas os dois acabaram virando amigos e tenho que concordar que essa duplinha rendeu boas risadas.

Falar de Hyung e não falar sobre a amizade dos dois é quase que imperdoável. Como havia dito, existia uma magoa que separava os dois e a medida que vão tentando se entender, aquele vinculo entre irmãos é restaurado. Gostei do desenvolvimento da amizade entre os dois, pois são personalidades totalmente diferentes, mas um necessitava do outro para encontrar o seu melhor.

Conclusão

Hyung é um filme para ver junto com seu irmão, dar umas boas risadas e se emocionar com o desfecho simples e bonito. A historia segue em um ritmo lento e de uma forma que possamos conhecer melhor os personagens que são cativantes, além disso os poucos personagens secundários são bem aproveitados, tendo um papel significativo na trama. Enfim, é um filme que você tem que dar uma conferida.

Onde ver

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Resenha: Train to Busan – Invasão Zumbi

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Finalmente consegui assistir Invasão Zumbi no cinema, sei que essa resenha estar bem atrasada, mas antes tarde do que nunca. Botei na cabeça que tinha que assistir nesse Domingo e acabou que deu certo. Embora estivesse com expectativas no auge, o filme ainda assim conseguiu supera-las, estava ciente de boa parte do que iria acontecer e mesmo assim ainda fui pega de surpresa. Não esperava algo tão emocionante, sai do cinema com um nó na garganta e refletindo sobre tudo que tinha acabado de ver.

Nome: Train to Busan e Invasão Zumbi
Diretor: Sang-Ho Yeon
País: Coreia do Sul
Ano: 2016
Duração: 1h58min
Gênero: Suspense, Terror e Drama.
Nota: 10
Sinopse: Em um trem de alta velocidade com destino à cidade de Busan, na Coréia do Sul, um vírus misterioso que transforma as pessoas em zumbis acaba se espalhando de maneira devastadora. A cidade de destino da locomotiva conseguiu com sucesso se defender da epidemia, mas até chegar lá eles deverão lutar pelas suas sobrevivências.

 
O que diferencia Invasão Zumbi de outros filmes do gênero, é que não é apenas um filme no qual todo mundo morre e acabou ou que foi feito somente com o intuito de dar pavor ao telespectador, ele trás muito além disso, uma crítica social bem elaborada e uma lição para trazer consigo. O roteiro foi bem construído e estar recheado de cenas de ação e de muita emoção que contagia quem estar assistindo. O egoismo do Homem foi bem explorado na trama, logo que haviam pessoas que se preocupavam apenas com suas vidas e estavam pouco se lixando pelos outros. Assim como, o sentimento de empatia também foi explorado, pois mesmo em todo aquele caos, existiam pessoas que estavam dispostas a se sacrificarem pelos outros.
 
Uma coisa que gostei bastante no filme é que o mais egoísta de todos era um senhor estudado e de uma aparência confiável, enquanto o mendigo que ninguém dava nada por ele, mostrou ser mais humano que muitos daqueles de boa aparência. Além disso, a relação de pai e filha foi bem abordada no filme, as vezes, nossos pais são ausentes devido ao trabalho, mas isso não significa que eles não nos amas.
Sok Woo é um pai ausente devido ao trabalho e afim de recuperar sua relação com a filha, Soo an, é convencido a leva-la no seu aniversario para visitar a mãe em Busan. A viagem no trem seria tranquila, se uma passageira infectado com o vírus zumbi não tivesse embarcado e infectado mais passageiros. Agora Sok Woo junto com alguns dos sobreviventes, tentaram manterem-se vivos até chegarem em Busan, a única cidade livre do vírus.
 
Sok Woo no começo era um personagem egoísta e só pensava no seu bem e no da sua filha, mas a medida que foi se juntando ao pequeno grupo de sobreviventes, mudou sua perspectiva e se tornou mais humano ao ponto de se arriscar para ajudar os outros.  Já a sua filha, desde do começo do filme, ela se preocupava com as outras pessoas e por conta disso era repreendida por ele. Os dois acabam se juntando a um casal carismático, Sang Hwa um fortão de coração mole e Sung Gyeong que está grávida e mostrou ter um temperamento forte, além deles, temos um jovem jogador de beisebol e uma líder de torcida de seu time, uma senhora que no meio do caos se separou da sua irmã e um mendigo que entrou no trem para escapar dos zumbis.
 
Ao contrário deles que estavam lutando lado à lado, temos um outro grupo de sobreviventes que estavam pouco se lixando pelo próximo, eles eram comandados por Yong Suk, um ser arrogante que me deu vontade de entrar pela tela e matar aquele desgraçado. Acreditem ou não, mas esse vaso ruim não pensava duas vezes em ferrar com outros afim de se manter vivo. Por causa desse grupo, cheguei a pensar dessa forma, “Se houvesse um apocalipse nesse momento, essas pessoas do meu lado, iriam se ajudar ou seria cada um por si?” 
O Ritmo fluiu de uma boa maneira, não foi lento e nem rápido demais, conseguimos conhecer a personalidade de cada personagem antes do vírus ganhar destaque na trama, dessa forma já criamos aquela simpatia por alguns e odeio extremo por outros. Além disso, Invasão Zumbi se diferencia não pelo fato de se passar em um trem, mas pelo fato que os passageiro não tinham nada com que se defender, nenhuma arma como nos filmes americanos, o jeito era enfrentar os zumbis mano à mano e arrumando técnicas de passar entre os vagões sem precisar de um combate, além é claro de correr para caramba.
 
O final foi emocionante e a atuação do elenco ajudou bastante, principalmente nas cenas finais, Soo Ahn, atriz que interpretou Soo An, mostrou desenvoltura de um adulto, conseguiu emocionar e confesso que chorei para caramba com ela. Também não posso deixar de fora, Gong Yo, seu personagem sofreu mudanças no decorrer da trama e gostei bastante dele, fora eles dois, o terceiro personagem que mais se destacou foi o do Dong Seok, Sang Hwa, adorei seu personagem, era tão carismático e cativante.
Conclusão
 
Invasão Zumbi é um filme cativante e todos os elogios direcionados a ele são merecidos. Não sendo focado apenas no gênero terror, como também no drama, soube explorar bem ambos ao ponto de trazer várias sensações para o telespectador. Além disso, ao expor dois lado em que um representa  o individualismo da sociedade e outro a empatia, que embora seja uma minoria ainda existe, trouxe uma forte crítica social e uma lição para levamos conosco. Por fim, recomendo esse filme até mesmo para quem tem medo de Zumbi, falo isso, porque tenho medo também, mas como ele não tem apenas como foco os mortos-vivos, dar para assistir e ainda assim gostar.
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Resenha: Hwayi: A Monster Boy

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Feliz Ano Novo assimétricos, queria até fazer algum post comemorativo, mas como o blog tem pouco tempo de vida, decidi fazer só no final de 2017, afinal o ano sempre passa voando. Estava vasculhando o Kingdom Fansub atrás do filme Hyung, porém não o encontrei, em compensação, para minha sorte vi um título que me chamou bastante atenção, Monster Boy. Fiquei curiosa assim que li a sinopse inusitada e vi o trailer cheio de ação, posso dizer que valeu a pena.

Nome: Hwayi: A Monster Boy
Diretor: Jang Joon-hwan
País: Coreia do Sul
Ano: 2013
Duração: 2h05min
Gênero: Suspense e Ação.
Nota: 9,5
Sinopse: Cinco integrantes de uma gangue, liderada por Seok-Tae (Kim Yun-Seok), sequestraram um garoto chamado Hwa-Yi e o criaram como o seu próprio filho. O bebê, agora com 17 anos (interpretado por Yon Jin Goo) foi treinado para se tornar um assassino letal. Ao participar com seu pai do seu primeiro assassinato, Hwa-Yi descobre seu próprio passado.

Antes de começar a resenha quero fazer uma pergunta, será mesmo que o meio influencia no caráter do homem? Em A Monster Boy, somos apresentados a uma historia pouco convencional, no qual essa pergunta é colocada a prova e no fim refletimos sobre a resposta. O filme tem um começo intrigante, uma criança assustada na escuridão preste a se atacada por monstros, logo em seguida, a história começa a tomar forma  e conhecemos o grupo de 5 assassinos em ação. O desenvolvimento é envolvente e a cada minuto estava mais e mais vidrada na trama. De alguma forma eles conseguiram mostrar um lado humano e paternal de pessoas que até então eram denominadas monstros pela sociedade.

O roteiro teve o exito de trazer um lado sensível a trama, mesmo com todo aquele clima pesado, pois convenhamos em A Monster Boy, não houve moderação em cenas de assassinatos brutais. Além disso, o tema vingança foi muito bem abordado na trama, pois Hwayi assim que soube a verdade sobre sua vida, se voltou contra as pessoas que lhe criaram e que até então ele chamava de pais. Embora os personagens sejam maus, ainda assim, tiveram carisma e por algum motivo conseguimos até simpatizar com eles. Cheguei até cogitar um final em aberto, mas bem nos últimos minutinhos as coisas foram acertadas.

Quando tinha 7 anos Hwayi foi sequestrado por cinco assassinos profissionais e por algum motivo o líder da gangue, Seok-Tae, decidiu cria-lo com a ajuda dos outros. Ao longo de sua criação, foi treinado para ser um assassino igual ao seus “pais”, entretanto mesmo com todo o treinamento, ele era diferente deles, principalmente pelo fato de não conseguir matar, fora que, ele queria ter uma vida normal. Depois de ir para seu primeiro assassinato, ele encontra uma foto de uma criança que parecia com ele e logo descobre que a primeira pessoa que matou era na verdade seu verdadeiro pai e que sua mãe corre risco de vida. Agora Hwayi usará de suas habilidades para se vingar de seus falsos pais   e proteger sua verdadeira mãe.

 

Era evidente como Hwayi queria ser um adolescente normal, tinha talento para o desenho e desejava frequentar uma escola de Artes. Quando pequeno tinha medo de um monstro que aparecia na sua mente, mas Seok-Tae para educar-lo, prendia o garoto no porão da casa até que ele tomasse coragem para enfrentar a criatura. O personagem sofreu uma forte mudança depois que descobriu a verdade sobre sua vida, antes não conseguia matar por ver o monstro na sua frente, mas logo ele acabou por se tornar um. Por conseguir aprender com facilidade, conseguiu absorver todo o treinamento e sem relutar pois em prática sua vingança. Em nenhum momento ele fraquejou, quer dizer, teve momentos que ele quase hesitou, mas estava tão focado em proteger sua mãe, que cortou qualquer laço que tinha com sua suposta família.


O principal era inteligente e soube fazer um plano que fiquei tipo, “Como ele pensou nisso?”. Mesmo tendo como inimigos assassinos profissionais, se manteve forte o tempo todo, mas como era de se esperar, ele também sofreu com uma confusão na cabeça. Desde do momento que conheci a atuação de Jin Goo sabia que o rapaz tinha futuro, mas nunca imaginei que ele conseguiria fazer um papel como esse, ele soube manejar bem as cenas de ação e de drama, numa forma que as emoções foram passadas para a gente.

Os personagens, principalmente os membros da gangue, tinham carisma ao ponto de até simpatizar com eles. Podiam ter uma maneira bem inusitada de educar Hwayi, mas dava para ver que eles tinham afeto pelo rapaz, fora que cada um tinha um jeito diferente de agir e uma especialidade para passar ao seu “filho”. Como tinha dito antes, o roteiro conseguiu mostrar um lado humano e até paterno neles. Além deles, havia uma organização que queria os verdadeiros pais do principal mortos, porque eles não queriam sair de sua casa e isso iria prejudicar os planos do líder dela, logo não precisa dizer, que ela também entrou na lista de vingança. (rsrs)

Havia uma mulher que vivia junta a Gangue e que ajudou a criar o garoto como se fosse sua mãe, trabalhava nos afazeres domésticos e estava mantida presa. Fora ela, na trama também vamos conhecer um detetive que tem um forte remorso contra eles, devido a um incidente que acontece logo nos primeiros minutos de filme, ele era criativo e um pouco sem noção, mas até que era bem inteligente. Pulando para o final, teve cenas pesadas e  uma boa carga de emoção, além de ter deixado nenhuma ponta solta.

Conclusão

O filme tem um roteiro original e foi bem desenvolvido, além ter conseguindo trazer algo mais profundo e sensível junto com aquele clima pesado. Os personagens são carismático e bem construídos, além de ter tido uma boa atuação. O final não foi perfeito, mas não deixou nenhuma ponta solta, além nos deixar pensativos sobre tudo que aconteceu, vi até os créditos, pois a arte que aparecia era tão bonita que chegou até dar saudade dos personagens. Entretanto, não recomendo o filme para quem é sensível a cenas com sangue e morte, pois isso é o que tem de sobra aqui.

Onde ver
Kingdom Fansub (Com cadastro)
Subarashii Fansub (Sem cadastro)

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