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Resenha: The Villainess – A Vilã

Olá Girafinhas

Acabei de assistir literalmente The Villainess e com muito entusiasmo venho trazer a resenha para vocês. Quando soube que The Villainess era do mesmo criador de Train to Busan, minhas expectativas voaram alto, afinal, foi um dos melhores filmes que vi no ano. Com tantas expectativas, era esperado que eu quebrasse a cara, mas por sorte, o filme foi tão bom quanto seu antecessor. Para aqueles que amam ação e filmes com Girl Power, essa dica é perfeita.

Nome: The Villainess ou A Vilã

Diretor: Byeong-gil Jeong

País: Coreia do Sul

Ano: 2017

Duração: 123 min

Gênero: Ação, e Drama

Sinopse: Após ver o pai ser assassinado, Sook-hee (Ok-bin Kim) é treinada para ser uma assassina. Após deixar uma pilha de corpos em um ato de vingança, ela acaba capturada e tem sua vida literalmente apagada. Grávida, ela é obrigada a trabalhar para uma agência de assassinatos, com a promessa de que em dez anos será libertada para ter uma vida comum. Após ser “devolvida” ao mundo real, já com a filha nascida, Sook-hee verá a carreira de assassina bater de frente com elementos de seu passado, o que abalaram sua rotina e realidade.

 

The Villainess, já inicia com um começo eletrizante, tanto pela luta bem elaborada, quanto pelo jogo de câmera que deixou as cenas muito mais contagiantes. A trama se divide mais ou menos em duas partes, o presente e o passado que vez ou outra aparece por meio de flashback. Dessa forma, podemos ver o que aconteceu a Sook hee até chegar ali, porém, igual a muitas pessoas, achei que teve alguns flashback’s que poderiam ter sido esquecidos e assim focado nas partes principais. Fora isso, The Villainess trás uma trama envolvente e bem desenvolvida.

Não sei dizer o que mais gostei na produção, se foi o jogo de câmeras – Com certeza um dos destaques-, as cenas de ação bem elabora ou o empoderamento feminino. Assim como, tenho que tirar o chapéu para o elenco, principalmente Ok bin Kim que conseguiu dar vida a uma personagem tão forte e destemida.

Como já havia falado, o filme tem um começo bem agitado e sem rodeios. Primeiro de tudo, as cenas são mostradas na perspectiva da personagem, estilo vídeo game. Nada fica muito claro, como quem está matando aquelas pessoas e a motivação. Eis que no auge da adrenalina é mostrado para nos a principal.  Sook Hee é capturada pela policia após cometer uma chacina e levada para um lugar misterioso. Ao acordar, Sook Hee descobre que está em uma agencia de assassinato e para manter a filha que tem no ventre segura, faz um acordo com eles.

No acordo, Sook Hee terá de viver por lá durante 10 anos, nesse período irá encontrar uma profissão e aprimorar suas técnicas. Após completar algumas missões terá sua liberdade de volta e um novo começo. Tudo estava saindo de acordo com o plano. Acompanhamos o desenvolvimento da personagem até o dia de sua saída. Porém, ter um recomeço não será uma tarefa muito fácil, logo que os fantasmas do passado resolveram assombra-la.

Por mais que Sook Hee seja uma assassina competente e fria, a personagem tinha seu lado mais humano. Era uma mulher apaixonada, mãe e uma companheira leal. Embora, o romance na trama tenha desagradado uma porcentagem, particularmente gostei. Sabe, até entendo os que não gostaram, pois convenhamos que o publico alvo queria mais ação, porém a maneira como foi desenvolvido me agradou (rsrs). Antes da cena do inicio do filme, Sook Hee, havia perdido o marido, aquele lhe ensinará tudo que sabia, isso a deixou abalada e com sede de vingança.

Na agencia, Sook Hee não sabia, mas estava sendo observada pelo Hyeon Soo que após a sua saída teria de se aproximar dela. Hyeon Soo, possuía um amor platônico pela principal e enquanto ela estava por fora, ele meio que dava uma forcinha sem que ela soubesse.  (Obs: Fiquei bem chateada do filme não ter vindo para os cinemas daqui, queria ter visto Sung Joon no telão rsrs). Porém, não acho que o romance se sobressaiu a ação, já que as missões e o final foram de longe o maior destaque do filme. Sem falar que o romance pode ter sido incluído para dar um lado mais sensível a trama.

Por fim vamos falar do que mais agradou o publico e a mim também. As cenas de ação foram bem sincronizadas e mantinham um ritmo eletrizante. As artes marciais foram bem exploradas pelo roteiro, assim como, os vários tipo de armas. Em meio ao filme, tivemos o combate corpo a corpo, armado, por espadas e por ai vai. Com tudo isso, ainda teve um show de jogo de câmeras, que acompanhava a cena com a mesma sincronia. Nem precisa dizer, o quanto esse truque me deixou contagia por toda a tensão das cenas.

Conclusão

The Villainess é um filme para quem procura uma boa ação junto com um forte protagonismo feminino. Embora tenha tido seus altos e baixo, a trama soube aproveitar seus elementos. O ultimo ponto que quero acrescentar, é que como era do mesmo criador de Train To Busan, esperava me emocionar com o filme e fui pega de surpresa. A trama tem um desenvolvimento tão ágil que não há tempo de se apega ao emocional ou sentir tristeza. No entanto, isso não quer dizer que não sentimos empatia pela principal, só que demora um pouco para absorver tudo que acontecia (rsrs).

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19 anos com carinha de 15 e ossos de 80. Vivo me aventurando em historias fantasísticas, na qual uma hora sou uma tributo na outra sou uma mochileira das galaxias. Estudante de Artes Visuais, amo desenhar e escrever, meu sonho de princesa é ser quadrinista ou trabalhar na Pixar. No blog, compartilho minhas paixões por livros, filmes e doramas. O Meio Assimétrica, está repleto de surtos e desabafos sobre meu cotidiano... Convido você a conhecer mais sobre esse cantinho, então se aconchegue ai.

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8 Comments

Erika Monteiro dezembro 5, 2017 at 5:27 am

Oie, tudo bem? Amo dicas de filmes ainda mais quando o enredo é assim tão dinâmico. Nunca assisti filme coreano mas tenho muita curiosidade. O que mais gostei foi a representação feminina. Pelo enredo é possível perceber o quanto a personagem é forte. Ótima indicação, já salvei pra assistir. Beijos, Érika =^.^=

Yuri S dezembro 4, 2017 at 11:08 pm

Eu estava num site desses um tempo atrás e vi o poster desse filme. Me encantei, procurei sobre e tá na listinha pra assistir. Agora fiquei mais ansioso e nem sabia que era do mesmo criador de Train to Busan (amo esse filme!) Tô gostando cade vez mais de produções sul-coreanas.

Ane Carol dezembro 4, 2017 at 1:12 am

Isso me lembrou o filmes Anjos da Noite não sei o por quê, mas curte a proposta. Super assistiria. =)

Nilda de Souza dezembro 3, 2017 at 11:27 pm

Eu não conhecia o filme. Gostei muito do que você destacou, pois gosto de filmes com essa pegada de ação. E que não tenho nada contra romances misturados com ação, desde que o foco maior seja na ação. Deve dizer que a premissa me fez lembrar de Nikita.

Beijos

Hanna Carolina dezembro 3, 2017 at 9:58 pm

Nossa,esse filme parece ser bem legal. Amo filmes com tiro porrada e bomba, como dizem… rsrsrs
Vou colocar na minha lista para ver. Não sabia sobre ele…
Bjks!

Falkner Moreira dezembro 3, 2017 at 9:09 pm

Esse filme parece um showwww! Certeza que vou atrás de ver 🙂 O cinema coreano tem muito pra mostrar a gente! Aliás, o audiovisual coreano como um todo. Minhas maiores surpresas desse ano foram com produções de lá 😀 é uma pena mesmo que quase nenhum filme oriental venha pra cá… só em uns festivais perdidos por aí :\

Nati Rabelo dezembro 3, 2017 at 9:07 pm

Oi guria!
Não conhecia o filme mas já adorei. A protagonista parece passar muita força. Gostei de saber sobre as cenas de ação .

Beijo

Tary Belmont novembro 29, 2017 at 5:09 pm

Nunca tinha ouvido nada sobre esse filme. Mas gostei muito da resenha e do plot dele. Adoro protagonistas femininas e assassinas, acho que vou gostar desse!

Bites!

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